31.7.11

Esperança

Uma constante incerteza mas com a esperança que tudo correrá bem.

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Arriscar.

Gostava de esquecer tudo e ser capaz de fazer o que hoje seria incapaz. Gostava de fazer o que verdadeiramente queria e no dia seguinte não sofrer as consequências. Não pensar se foi certo, se foi errado. E envolver-me naquele momento mais do que qualquer outro e não pensar que no dia seguinte iria arrepender-me. Porque nem sempre o que o nosso corpo deseja é o mais correcto. Mas todos sabemos que temos de correr riscos e é no arriscar que a vida ganha algum sentido. Alguma "piada".
É bom correr riscos, saber do perigo mas mesmo assim seguir em frente. Porque também precisamos de momentos em que não pensamos, em que esquecemos o que nos magoa e no fim... Arriscar sem olhar para trás. É disso que nos motiva, é de momentos diferentes, onde a adrenalina existe, que faz com que a nossa vida ganhe algum interesse e sentido.

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É não é em arriscar e deixar de pensar no certo ou errado uma vez na vida que nos faz pessoas com mais ou menos princípios. Apenas todos precisamos de momentos marcantes, diferentes... Para tornar uma vida mais interessante e no fim sermos pessoas com novas experiências de vida, novas sensações.

29.7.11

Bad day*

Esgotada de todos os pesadelos daquela noite, o meu coração estava ofegante como nunca. Onde as memórias mais profundas e dolorosas apareceram. Revivi momentos com pessoas que durante vário tempo tentava esquecer porque me impedia de prosseguir com a minha vida. Algo estranho acontecera, tudo o que vivera naqueles longos minutos não se apagaram quando acordei. Lembro-me de tudo o que aconteceu, o que disse, o que fiz, o que me disseram, o que me fizeram. Estranho, normalmente não consigo lembrar-me de quase nada do que sonho.
Tinha um pressentimento, algo ia acontecer. Talvez mais um pressentimento sem sentido, como tenho nos outros dias onde não se pode dizer que tenha "uma bela noite de sono".
Levantei-me da cama, vesti-me nem em 5 minutos, o que há vário tempo não acontecia. Hoje, ao contrário dos outros dias, estou sem tempo nem paciência para essas futilidades, onde nos tentamos embelezar e tentamos mostrar aos outros que somos o mínimo bonitas. No caminho da universidade, escondida nos meus óculos de sol e enfeitiçada pela música que ouvia, sentia-me sem forças.

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Nunca fui pessoa de desistir dos meus objectivos, mas cansei-me de os tentar alcançar quando eles teimavam em nunca se encaminharem até mim.
Imaginação do momento.

Improbabilidade.

Há coisas mesmo improváveis que me acontecem. E é aí, nesse preciso momento, que dou conta que nada acontece por acaso.

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26.7.11

Leiria.




Leiria 2011.
Estas são algumas das fotos que tirei nestes dias de férias!

Obrigada a todos que me deram os parabéns *

22.7.11

Férias & Aniversário

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Vou de férias 3 dias. Depois volto!
AMANHÃ FAÇO ANOS, dia 23, não se esqueçam de me dar os parabéns eheheh*
Depois respondo aos comentários :)
Beijinhos*

17.7.11

I gave up.

Nem sempre desistir ou deixar para trás certas coisas é atitudes de pessoas fracas, na minha opinião. Para quê alimentar esperanças onde elas não existem? Para quê deixar que cada dia que passe, esse dia leve um pouco mais de nós ou porque não conseguimos alcançar o nosso tão esperado objectivo ou por não conseguirmos ter quem realmente queremos ao nosso lado? Se isso nos leva a sermos um pouco pessoas mais tristes, há que mudar. Há que desistir quando virmos que não vale mais a pena, porque nem tudo o que queremos tem de ser obrigatoriamente nosso.
Eu digo, desisti de ti, sem vergonha de admitir ou qualquer tipo de angústia. Desisti porque não aguentava mais, simplesmente queria algo melhor para mim, mesmo que com o passar do tempo esse melhor nunca chegasse. Preferia não te ter e sofrer os primeiros tempos ao tentar esquecer e a dizer a mim mesma que não valia a pena, a dar forças às minhas esperanças, às que tu me davas sem razão nenhuma. Simplesmente porque querias tudo para ti, querias o melhor e do melhor, para ti próprio (e não para nós). Nem que para isso passasses por cima das pessoas que mais gostavam de ti. Então desisti de livre vontade, ainda que o meu coração teimasse a voltar para trás e entregar-me a ti. Mesmo que tu nunca te entregasses a ninguém, eu entregar-me-ia porque não via nada para além de ti. Dei um ponto final e desde aí não me arrependo. E é quando penso nisso que tenho orgulho em mim própria, porque sei o quanto me custou, o quanto quis desistir e no entanto não o fiz. Claro que ainda hoje vou abaixo, claro que há dias que é mais difícil não bacilar, mas a força mesmo que pareça acabada por vezes, está dentro de mim todos os dias. Pouco ou muita, tenho-a dentro de mim e para mim, nada melhor do que a força interior.E se há motivos que me faz não me arrepender de nada do que fiz, ou que deixei de fazer, é porque acabei por vencer-me a mim própria. Não provei a ninguém que sou forte, não provei a ninguém para além de me provar a mim mesma. E é isso que vale a pena. Provar que somos fortes a nós próprios e não aos outros. Os outros perceberão com os nossos actos, depende da atenção de cada um para connosco. Da importância que nos dão.

16.7.11

Reflexo.

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"Ao espelho, onde vês o reflexo entre o homem que és e aquele que gostarias de ser, respiras fundo e desejas que essa mulher chegue um dia, mas não demasiado cedo para te assustar nem demasiado tarde porque entretanto pode aparecer outra e tu vais deixar-te ir, convencido que é essa e não eu a mulher da tua vida."
Margarida Rebelo Pinto

11.7.11

(des)Igualdade

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Os momentos, os sorrisos rasgados e verdadeiros, as lágrimas que transpareciam a tristeza da nossa realidade, todos as realizações, todas as aprendizagens passam para um cantinho no nosso coração que ninguém, nem mesmo nós, se quiséssemos, conseguíamos apagar.
A maneira como reagimos, a maneira como todos temos diferentes reacções ao que nos acontece. Todos sentimos, deixamos marcas na vida uns dos outros, sorrimos com toda a felicidade, choramos quando sentimos a perda, quando sentimos que o mundo está a ser duro para connosco. Quando temos saudade, ou sentimos medo.
É estranho como conseguimos ser tão diferentes e tão iguais uns aos outros. Às vezes penso como nos podemos magoar tanto com as pessoas, e como podem elas permanecerem dentro de nós. Ao nos relembrar-mos de momentos passados com quem não falámos hoje, como momentos bons, é saber certamente perdoar, esquecer o que falhou e olhar para a frente como o caminho certo a seguir, sem ressentimentos. Porque é bom sentir que sabemos perdoar, é bom sabermos recordar também os momentos bons das pessoas "passadas" e não só os que nos trazem desilusão e amargura.
Porque todos erramos, porque somos todos diferentes, mas tão iguais... Porque todos precisam de amor, de amigos, de certezas, de alegrias, de aprendizagens... para sermos felizes. Todos.

8.7.11

Nem sempre os nossos sentimentos estão explícitos no nosso coração, onde facilmente se expõem em palavras o que está a acontecer dentro de nós. Neste momento não serei capaz de dizer nada, apesar de sentir necessidade de escrever. Escrever é bom, liberta. Mesmo quando as palavras não têm qualquer sentido.

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(Para quem não sabe, sou eu na foto.)

5.7.11

TVD


"I like you. Just the way you are."

Fiz este vídeo ontem, espero que gostem!
( Se não o conseguires ver vai a: http://www.youtube.com/watch?v=a46dMEYc0vs. )

2.7.11

Saudade... Lembrança triste e suave?


“No dicionário saudade é descrita como a lembrança triste e suave de uma pessoa extinta ou distante. Mas quem já sentiu saudade na pele, sabe que sentir falta de alguém nunca é suave, nunca é simplesmente triste. Uma conversa de anos que é interrompida de um dia para o outro, não se resume a um significado. São as lágrimas que insistem sempre em sair, é a falta constante nas fotos, são os momentos que a pessoa não irá estar, é o abraço que não pude dar. É oamo-te que não te disse, é o carinho que deixei de dar. É a vida que deixamos para depois. Quando a gente sabe que não existe depois. Saudade é o que sinto quando não estás mais aqui.