
Às vezes és a minha salvação, às vezes se não fosses tu, teria os maiores segredos dentro de mim incapazes de saírem. Ficariam dentro de mim sempre, até eu dar em maluca. Mas sabes, acalmas-me junto com a melodia de certas e determinadas músicas. É realmente nestes momentos que eu vejo como está a minha vida e como hei-de eu mudar. Se faço ou não as coisas da melhor maneira, se tenho algo que poderia mudar. Sabes (claro que sabes) aquela minha aflição, junto com as lágrimas sem fim que derramo, são verdadeiras. Sabes que tudo o que digo é saído do coração. Tu melhor que alguém, sabes. És como um ombro amigo sem barreiras, posso utilizar-te para os fins que eu bem entender. Tudo o que sinto, recorro a ti. Tudo o que me aborrece, entristece ou me aflige eu a ti desabafo. Sabes, tu, a escrita, podes muito bem ser o ombro amigo que sempre esteve comigo. Que sempre soube (quando as outras pessoas duvidavam) que as minhas palavras eram ditas com o coração e que toda a sua velocidade, quereria dizer que estava farta, farta de suportar culpas que não eram minhas, era a raiva,
a raiva que tinha dentro de mim e as pessoas duvidavam sempre.
(explica um pouco da importância que dou ao meu blog.)
alexandrapinto



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