4.10.10

Everything Changes.

If you just walked away
What could I really say?
would it matter anyway?
would it change how you feel?

I am the mess you chose
the closet you can not close
The devil in you I suppose
'cuz the wounds never heal

(Chorus)
But everything changes
if I could turn back the years
If you could learn to forgive me
then I could learn to feel.

i love you.

3.10.10

Recuso voltar a destruir o que me custou tanto a re-construir.


« Cada vez mais o amor é um dado adquirido da crueldade do ser humano... E cada vez mais nos aproveitamos das pessoas para nossa (in)felicidade. Com as dores dos olhares malvados aprendi a não ir com a onda, a despejar emoções onde elas devem ser dadas e ser mais do menos que sou. A multidão arrasta-se para uma noite onde os copos são sempre meio cheios; as raparigas vão na esperança de ver a tal pessoa e eles só estão á espera de ver um bom decote; poucas palavras e muita acção depois das três. Assusta-me o facto de ter entrado nesse jogo onde deixamos de ter vontade própria, é tudo uma questão de prazer momentâneo. Ninguém nota, ninguém vê e quando se sabe é mais uma queca numa noite perdida no tempo... Perdida a ponto de nunca mais se lembrarem.
No nokia aparece o sinal de mensagem, antes da uma as conversas sujeitam-se ao que se vai prolongar durante cinco minutos. Era este o suposto? Era este o som que devia tocar quando as pessoas estão apaixonadas? Não e é por isso que recuso. Recuso voltar a destruir o que me custou tanto a re-construir. »
Texto não meu.

30.9.10

A escolha foi tua, e agora estou a fazer a minha.

Hoje sinto e sei que tudo mudou. Sei que mesmo tendo perdido tempo, consegui acordar para a realidade bem a tempo, antes que me deixasses pior do que deixaste. Pensava eu, que te conhecia melhor do que ninguém, pensava eu. Afinal acho que nem tu sabes quem realmente és. Só fazes coisas que não só me magoa(ra)m a mim, mas que magoa(ra)m a ti também.
Falta-te a sensibilidade que antes achava que tinhas (e às vezes até demais). Eras tão diferente. Passaste de branco para preto num abrir e fechar de olhos. E para mim, esquece, já não és mais quem eras antes para mim. Tornas-te-te triste, uma mancha negra na minha vida. Essa mancha que foi aparecendo com o tempo tirando o lugar a uma mancha com todas as cores bonitas e coloridas que me fazia sentir viva no decorrer do meu dia.
Hoje se te encontrasse não veriam no meu olhar aquele que verias antes, agora era um lugar sombrio, o reflexo de toda o sentimento de raiva que deixas-te bem cá dentro.
Sentirias-te convencido que agora seria mesmo o fim, que não havia volta a dar e que para mim tinhas morrido. Que nunca mais te queria na minha vida e que não me daria vontade nem motivo de nem sequer falar contigo.
Verias em mim uma pessoa completamente mudada (para ti). Uma pessoa fria. E não aquela menina fofinha e simpática que antes falava contigo.
A escolha foi tua, e agora estou a fazer a minha.
Cada um tem o seu direito, certo?

26.9.10

No entanto, estás sempre aqui.

« E estas aqui, onde sempre estiveste desde que começamos a falar. Não me lembro do motivo que nos juntou, nem quais foram exactamente as primeiras palavras, sei que desde então estás aqui. Nunca fomos de falar demais, nunca contamos segredos no escuro da noite, nunca partilhamos histórias daquelas que nos fazem chorar. No entanto continuas aqui. E és, talvez, a pessoa que melhor me entende. Sabes do que falo mesmo quando eu pouco falo. Sentes o que eu escrevo e, eu embalo-me nas tuas palavras antes de dormir. Somos feitos da mesma matéria. »
Faz-me mesmo lembrar a melhor amiga!

18.9.10

DESAFIO - Décimo (& último) dia.

Uma confissão.
Confesso que às vezes tenho medo. Medo do passado se cruzar de novo na minha vida, que o presente não seja o melhor e que o passado não seja feliz. Confesso que penso muito dessas coisas, por mais que saiba que não devia de o fazer. Mas faço, é inevitável. Tem vezes que numa coisa simples faço uma tempestade. E que faço de um problema mínimo uma complicação gigantesca. Mas cada um é como é. E talvez no futuro estes medos e receios mudem e deixem de existir.