13.11.10

Talvez... uma mudança!

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Talvez as coisas mudem e tudo volte ao normal!

5.11.10

Tudo faz parte da vida, sem excepção.

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« Ainda nasce a lua nos moinhos,
ainda nasce o dia sobre os montes.
Ainda vejo a curva do caminho,
ainda o mesmo som, das mesmas fontes.
Sabes meu amor, não estou sozinho,
peelas estradas do silencio em que te escuto.
Abro a janela, ainda cheira a rosmaninho,
vejo-me ao espelho,
e ainda vejo luto. »

Ainda há coisas que se mantêm constantes. Ainda existe algo capaz de se tornar permanente com o passar do tempo. E é disso que a vida é feita. Entre acabar, permanecer e recomeçar, tudo tem a sua semelhança, todos pertence à vida de um ser Humano.

4.11.10

E se o problema não for (só) meu?

« Tu também mentes e falhas, tu também trais e foges, tu também não és perfeito(a). »

Antes via em mim a pessoa que fazia com que as coisas acontecessem sempre ao contrário. Mas um dia, pensei... E se o problema não for (só) meu? Talvez não seja eu a culpada de tudo do que acontece de mau.
Às vezes é muito fácil criticar, rebaixar as pessoas e dizer "eu é que estou certa", admitir que nós é que erramos é que tudo se complica. Quando sentimos na pele que nem tudo o que fazemos está bem, que também erramos, que não é só as outras pessoas a cometerem erros... Começamos a pensar que não lhes devemos de meter "etiquetas".
(Por isso não faças de mim a má pessoa, a que erra sempre. A que faz tudo errado e que nunca pensa além de si próprio. Porque eu não sou assim. Mas sinceramente, já nem me aflige o que pensas ou deixas de pensar. A partir do momento em que vi que não eras uma pessoa que eu podia confiar, como eu pensava, deixei de me preocupar se achavas ou não bem. Não gosto de fazer figura de ignorante. Até porque não sou, e espero nunca ser).

1.11.10

Não pedirei para voltares.

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« Se voltassemos atrás no tempo, neste momento eu estava a pedir-te que não fechasses a porta. Ía dar-te a mesma desculpa de sempre "quero ouvir isso mais uma vez". Tu ías lutar e argumentar e eu ía fingir que estava tudo bem. Ía pedir desculpa mesmo que a culpa tivesse sido tua. Nada ficou melhor por eu ter tentado, nada mudou por eu ter eliminado o orgulho. E agora, o que resta? A minha raiva cresceu e eu desisti de ti e de um nós impossível. Agora eu já te deixei ir, já te dei toda a liberdade do mundo; já deixei de olhar para ti e já parei de entrar nos mesmos sitios do que tu. E se um dia eu perguntar a mim mesma quem é que teve a culpa, eu vou saber que foste tu. Quem me dera que ainda sonhasses e que ainda fosses a mesma pessoa... Quem me dera que deixasses de ser esse menino mimado que acha ter tudo nas suas mãos. No fundo tu sabes, que eu nunca fui assim... E não vou ser.
Mais vale ter alma do que ter tudo menos isso. »

Como antes, lembras-te?


Sabes, tenho saudades de quando me sussurravas ao ouvido o quanto era importante para ti. Do teu olhar penetrante em mim, da tua preocupação com o meu bem estar constante. Sinto falta de ti, de como eras, de quem eras para mim. Daquelas palavras que faziam todo o sentido. Tudo se torna tão complexo quando olhamos para trás. As coisas mudam tanto, como é possível? Por mais que tentámos, as coisas parecem que ficam sempre no mesmo sítio. Basta, anda ter comigo, faz-me feliz de novo. Faz com que esta raiva que me engana por dentro, que me prende o choro, que me sufoca, saia de mim. Só tu podes fazer.
Será que és o único que não sentes que peço socorro cada vez que olha para ti e não digo nada? Só quero que me entendas como antes. Não eras tu que me conhecias tão bem? Eu sinto tanta falta. Cada vez que penso em não te ter, sinto um arrepio, o meu corpo gela e a minha voz e força ficam fracas. Sabes, tudo é tão diferente sem ti.
A partir de o momento em que me deparei sem o teu corpo ao meu lado todos os dias como antes, tive de começar a aprender a viver de novo. Porque antes tudo parecia que se fazia sem eu própria dar conta. Tudo se mostrava feito com o desenrolar do dia. Agora? Nem me perguntes, é tudo tão... Estranho!
Será pedir muito?! Bem, eu não guardo qualquer recentimento, estou aqui para ti. Volta! Eu sei que queres, eu sei. Ou melhor, eu quero que queiras, por mais que não estejas nem aí preocupado nos meus sentimentos, muito menos comigo.
Só quero que saibas, quando amo, amo. E quando amo, sinto saudades. E quando sinto saudades, sofro. Quando sofro, quero felicidade. E quando quero felicidade, penso que só consigo contigo, comigo. Como antes.
[ Imaginação do momento. ]