16.11.10

DESCANSA EM PAZ!

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A vida às vezes é injusta, ingrata para quem tem bom coração. Leva-nos a fazer coisas que mesmo que nos viéssemos a arrepender, já era tarde de mais. Tudo é tão triste, obscuro depois da morte. Tudo acaba da mesma maneira. Choros, gritos de desespero, arrepios, apertos no coração e o corpo frio e sem vida, deitado com as mãos na barriga dentro de um caixão. Um sítio tão "pequeno" para pessoas que às vezes se tornam tão "grandes" enquanto estão vivos. É triste acabar assim. É triste pensar até que ponto o sofrimento de uma pessoa pode chegar a tanto.
Sem razões aparentes, às vezes perdemos as pessoas. E é tão mau quando pensamos "é a ultima vez que te vejo, que te toco, que te beijo". Apesar de ser um corpo rigo, sem vida, sem pulsação, é o corpo que antes estávamos habituados a ver todos os dias a viver, a sorrir, a envolver-nos num carinho reconfortante.
Tenho vontade de chorar quando penso nas pessoas que amo e que já partiram. Imagino-as deitadas da mesma forma, com o mesmo aspecto. Com o corpo morto e a alma viva. Com a sensação que ela nos está a ver e a dizer "tem calma, estou melhor assim".
Quando vemos um corpo deitado, morto, e sem podermos fazer nada, dá vontade de abanar e tentar que o corpo volte a reagir. Esmagadora é a dor, a sensação da eterna saudade que nos está destinada. Querendo ou não, vai ser para a vida.

Do pouco que vi de ti e do que me disseram,
posso dizer que estou orgulhosa por me ter ido despedir de ti.
E embora o nosso último diálogo e talvez o único,
vai estar sempre como umas palavras de uma conversa simpática.
Hoje, posso dizer com todo o coração,
MAIS UMA VEZ TE DIGO, DESCANSA EM PAZ! Sérgio Viana.
(suspiro)

15.11.10

Eu não luto mais, pois não o sei fazer.

« Fica-nos sempre na cabeça o primeiro beijo, o primeiro amor e a primeira felicidade plena... Tudo o que é primeiro é sempre a vitoria do campeonato e quando acaba, o olhar é distante e inseguro.
As músicas deixam de ter o mesmo valor e quando nos tocam é sempre como se fosse o “nosso primeiro”; enquanto conseguimos viver o conto de fadas somos felizes quando aparece a palavra fim e o piano toca somos de repente lançados para uma realidade que muitas vezes é dura e fria.
Acaba a magia e o beijo que damos depois é de olhos bem abertos... Eu ainda não consegui dar o segundo beijo nem entregar-me ao segundo amor. Sei que existe, sei que é puro, mas, não é fantastico e é impossivel de ser arrebatador.
Ainda mais ninguém saltou a barreira invisivel que construi para que só tu entrasses. Ainda ninguém me conseguiu calar e ninguém me fez rir e chorar tanto.
É! Talvez seja este o propósito do primeiro amor: ser calculista e antagónico. Leva-nos aos extremos do equador e vivemos no limbo da incerteza... Mas uma incerteza saborosa, deliciosa e fantastica.
Todos os adjectivos são poucos para as saudades que tenho desses meses que nunca foram considerados anos... Desses dias que não mostraram metade do que eu queria transmitir.
Talvez fizesse tudo diferente, talvez fizesse tudo igual... Uma certeza premanece, não te deixava agir assim e eu não tinha feito nada do que fiz.
Em tempos costumavas dizer que o mundo não vivia de top models e que andar no topo da fama era o pior que podia fazer, em todas as palavras que proferiste eu tomei-as como uma regra; daquelas regras que quando não cumprimos somos presos ou quase mandados à morte.
Parece que eu perdi o meu tempo e tu perdeste o teu. Afinal, no meio desta odisseia porquê, tanto tempo para estarmos juntos? Se esse tempo ficou perdido no meio de berros, estalos e pouco amor?
Era este o destino de que falavas? Eu não luto mais, pois não o sei fazer, só pergunto todos os dias se já desistis-te de nós; pergunto-me se estas palavras são só lixo literário. »

14.11.10

Texto Argumentativo

Queridos seguidores, este post é completamente diferentes dos outros.
Terça-feira preciso de ter um texto argumentativo e fazer a sua análise. Mas não encontro um, que seja fácil e interessante.
Ninguém conhece/tem um texto argumentativo ou assim que me possa dizer, para me ajudar? :$
Obrigado.

alexandrap.

13.11.10

Talvez... uma mudança!

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Talvez as coisas mudem e tudo volte ao normal!

5.11.10

Tudo faz parte da vida, sem excepção.

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« Ainda nasce a lua nos moinhos,
ainda nasce o dia sobre os montes.
Ainda vejo a curva do caminho,
ainda o mesmo som, das mesmas fontes.
Sabes meu amor, não estou sozinho,
peelas estradas do silencio em que te escuto.
Abro a janela, ainda cheira a rosmaninho,
vejo-me ao espelho,
e ainda vejo luto. »

Ainda há coisas que se mantêm constantes. Ainda existe algo capaz de se tornar permanente com o passar do tempo. E é disso que a vida é feita. Entre acabar, permanecer e recomeçar, tudo tem a sua semelhança, todos pertence à vida de um ser Humano.