29.11.10

Estúpida realidade.


Deixas-te-me numa situação que mal consigo pensar, sequer, que tudo terminou. Não deixas-te uma única explicação, uma única palavra. Mas tento não pensar muito nisso. Nem sequer te condeno por o teres feito.
A culpa nunca é apenas de um lado e se tudo acabou, é porque eu, também deixei.
Tenho saudades, aquelas saudades que me esmagam e me fazem apertar o peito e chorar como se estivesse a bater em mim própria e a retirar o pouco de vida que ainda tenho. Aquele desespero de já não te ter. O pensar que tudo poderia ser melhor. Que tudo poderia ter sido diferente.
Sempre, em qualquer circunstância, fazia de ti, o melhor de mim. Não abria mãos de ti, nem sequer conseguia pensar que isso poderia acontecer. Tudo o que fazia era em função de ti, para ti. Vivia só para ti e tu, nem sequer vias que eu existia realmente. O final é sempre a parte pior. Onde um segue em frente e o outro, fica a chorar pelos cantos. Gostava de mudar essa estúpida realidade, mas quando se fala de sentimentos, do coração, não há com que lhes fazer frente.
E é por isso, que te amo. É por isso que por mais que doa, que sinta este desespero, eu continuo a gostar tanto de ti, como antes. Porque as pessoas nunca se esquecem, e tu, sinceramente, nunca passarás em branco na minha vida.
alexandra pinto
(imaginação do momento)

28.11.10

No entanto, não deixo de lutar por ti!

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Tu não fazias ideia, mas todos aqueles sorrisos matinais, e os abraços que davas, fazia com que o meu dia corresse muito melhor. Às vezes nem eu própria sabia a razão pela qual despertavas tanto interesse, visto que nunca nos demos assim tão bem. Apesar de tudo, sentia-me confortável na tua presença, como não sentia com pessoas que estava diariamente. Tinhas a capacidade de me acalmar quando as outras pessoas à minha volta, faziam com que a minha vida mais parecesse um drama onde para sobreviver, só desistindo. E tu devias de sentir nos meus actos, que desistir, não era definitivamente a melhor maneira de levar a minha vida.
Sempre fui pessoa de erguer a cabeça e não esperar com que as coisas me caíssem de mão beijada. Caso isso acontecesse, não o merecia porque também não fiz nada para o merecer. Sabias perfeitamente que para dar valor a alguma coisa, tinha de sofrer primeiro, tinha de lutar.
Por isso é que és importante, pois já me fizeste sofrer, no entanto, não deixo de lutar por ti!
Alexandra Pinto
(imaginação do momento)

gestos

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Simples gestos, que não podiam ser mais importantes!

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27.11.10

Clareza.

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Eu tento, sei que tento para que as coisas pareçam melhores. Finjo muitas vezes estar num mundo onde não me poderia sentir melhor, só para não estar a ouvir constantemente "estás bem?" e eu dizer "sim, estou" e na realidade...
Detesto quando me fazem de parva. E EU NÃO SOU, para quem não sabe.
Gostaria que tudo fosse perfeito, que me sentisse inteira e que os sentimentos por vezes fossem mais fáceis de decifrar. Um dia parecem claros, outros dias já nem sei como pensar. Por vezes sinto-me aborrecida porque não sei o que quero. Pareço que voltei aos tempos de criança, que não me conseguia decidir.
Será que isto acontece com toda a gente ou o defeito é mesmo meu?!

[ À parte: Obrigada Jéssica e todas as pessoas que me dizem que gostam do meu blog. Sinto-me feliz por isso.
Desculpem a ausência mas estes últimos tempos, nem tempo quase tenho pra mim. ]