15.12.10

Somente, TU.

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Dias chuvosos que mais pareciam não ter fim. O frio que tanto me congelava as mãos e o rosto, principalmente de manhã, quando me levantava no momento em que o dia ainda permanecia escuro. Havia no ar um espírito de insatisfação e cansaço. Pessoas exaustas de dias consecutivos de trabalho duro. Estudantes terem de conseguir fazer tudo e mais alguma coisa que lhes é proposto.
No entanto, no meio de tudo o resto que não deixa o mínimo de felicidade, estavas sempre lá à minha espera para me aqueceres, para me dizeres coisas lindas e para andar comigo à chuva fazendo de um momento, o nosso momento de filme. Onde ninguém mais existia a não ser, nós os dois. As únicas pessoas que interessavam no final de tudo. Lembras-te as promessas que foram feitas? Eu lembro e sei que tu também te lembras. De todas as brincadeiras. De todo o carinho demonstrado de várias formas que era transmitido de um para o outro. Eras tu que me proporcionavas isso. Tu. Eras o que mais queria. E consegui.
Naqueles nossos momentos, pelas primeiras vezes, não estava minimamente interessada com a opinião dos outros, se gostavam ou não, se andar à chuva, fazer aquelas brincadeiras eram atitudes parvas ou não... visto que só existias tu. A segurança que me davas era imensa e eu com ela sentia-me muito mais confiante e feliz, porque sabia que acontecesse o que acontecesse, haveria sempre alguma coisa que permanecia...
TU.

[ imaginação do momento. ]

14.12.10

miss you.

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That's all I have to tell you: I miss you!

13.12.10

Olhar de desespero.

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Que hei-de eu dizer mais do que já disse, mais do que já mostrei, se nem o meu olhar conseguem desvendar?
Reparem, vejam que por vezes o meu sorriso não é assim tão verdadeiro como parece. Por vezes preciso de um abraço e de um ombro onde possa chorar e no final, necessito que me sequem as lágrimas.
Tento dar sempre o melhor de mim. Não ser o centro das atenções até porque não gosto de o ser. Mas nestes momentos necessitava de mais atenção do que o habitual. Porque sou humana e necessito desses mimos. Nunca os neguei a ninguém nem nunca os deixei de dar. Quando alguém está mal sou sempre assim, "confia em mim". Por vezes não confiam, é normal porque também não confio em qualquer pessoas, até porque são raras as pessoas que realmente sabem o meu interior, mas quando começam a ganhar confiança comigo, chegam à conclusão que não era como me pintavam.
Sou paciente e boa ouvinte. No entanto também gosto de pessoas pacientes e que sejam boas ouvintes para comigo.

12.12.10

Memórias que não matam, mas sufocam.

« Nem todos os sorrisos são iguais e nem todos os sorrisos são capazes de iluminar a terra inteira.
Eu nunca desejei ser possuidora de um sorriso desses; o meu sonho foi iluminar a vida de alguém por mais que tivesse de gargalhar. Até acho que sou muito boa nisso e duvido que alguém consiga estar ao pé de mim sem se rir uma ou duas vezes mas poucas são as pessoas que consigam destingir o meu sorriso e ainda menos aquelas que sabem qual é o meu maior defeito. É isso que torna as pessoas especiais: a forma como confiamos nelas. (...)
Confiei em ti quase tudo, tinhas a minha vida nas tuas mãos e eu nem olhava para trás; odiava o teu mau dormir, mas talvez fosse a melhor coisa do mundo quando lá fora o mundo não permitia nem apoiava que dentro daquelas quatro paredes fossemos os dois. Odiava quando me fazias fazer aquela birra mas era fanática pela forma como três segundos depois o teu braço já estava à minha volta. Agora não sei, se elas já sabem tão bem a tua história como eu... E não faço ideia se um dia vais voltar a estar aqui, só acredito que estas são memorias que eu não quero esquecer.
Memórias que fazem o meu olhar brilhar e o coração pedir por mais. »

7.12.10

«... sem cobrar, sem reclamar. »

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« Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar. »

Margarida Rebelo Pinto.

Às vezes torna-se complicado não dizer tudo o que nos vem à cabeça. Dá vontade de deitar tudo cá para fora e deixar de nos preocupar tanto com os outros. Às vezes sou injusta comigo própria. Tento dar o melhor para os outros, do que para mim própria. Infelizmente, às vezes bato com a cabeça na parede porque quando estou mal essas pessoas nunca demonstram que mereceram. Sim, devia de mudar. Eu, como toda a gente. Mas nasci assim. Com uma maneira de ser complicada, difícil de passar despercebida e uma forma de pensar muito própria. Por mais que tente não me magoar, há sempre qualquer imprevisto. Tento por breves momentos preocupar-me comigo e ver onde errei para ver o que realmente aconteceu. Mas depois chego à triste e cruel realidade que a vida muitas vezes se resume à falsidade e hipocrisia das pessoas. Por mais que às vezes doa pensar nisto, é a realidade e eu não posso mudar isso, por mais que tenha vontade. Então continuo, nesta longa e duradoura, embora às vezes demasiado breve e solitária caminhada, onde a minha vida depende de mim, dos meus próprios actos & da minha complicada forma de agir com os problemas.

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