« Hoje acordei aquele sentimento que em tempos levaram... Aquela ânsia de viver o dia, de lutar e de tocar todos os promenores com o coração. »
27.12.10
22.12.10
Hoje sim, amanhã não sei se vais a tempo!
´« Se eu conseguisse abrir o meu peito e arrancar o meu coração, dava-to a ti. Assim, todos os dias, quando olhasses para ele e o visses partido, sentirias o teu a apertar com a culpa de teres destruído o meu. Ultimamente tenho sentido raiva de ti cada vez que oiço o teu nome, que oiço a tua voz ou cada vez que me lembro daquilo que já me disseste e que agora parece que te esqueceste. Às vezes apetece-me fingir que não te conheço, só que depois começo a lembrar-me que houve um dia que me apaixonei por ti e que te amei mais que tudo na minha vida. Então nesse momento tenho a certeza que nunca na minha vida poderei esquecer o meu único e verdadeiro amor, por mais que ele me magoe. Quando te vejo a passar, atravesso a estrada e mudo de passeio mas antes de virar a rua, olho sempre para trás para te ver partir, ou talvez olhe simplesmente com a esperança de te ver a largares tudo e a correres para mim. Tenho-me sentido desapontada contigo por tudo o que me estás a fazer passar. Porque apesar de tudo eu continuo a amar-te, mas tenho raiva porque sei que estas a acabar com tudo o que sinto por ti. A cada dia que passa a dor vai substituindo o amor e tenho pavor de um dia vir a odiar alguém que já amei tanto. Tenho medo de vir a odiar-te por abrires uma ferida tão profunda em mim. Não nego que ainda és o meu ar, que ainda penso em ti todas as noites, que sonho com o teu corpo e com o teu beijo. Não nego que ainda tenho saudades tuas, e saudades minhas quando estava contigo. Saudades da felicidade e do amor que só consegui alcançar ao teu lado. Sei com todas as certezas do mundo que se quisesse voltar para mim hoje, ia abrir-te a porta e deixar-te entrar. Sei que te ia deixar ficar para sempre. Mas tu preferes voltar amanhã, ou talvez depois de amanhã. Preferes arriscar o amanhã em vez de te agarrares à certeza do hoje. Foste a única pessoa por quem eu daria a vida, agora limito-me a habituar-me ao cheiro da tua ausência, à dor de um coração ferido, e ao sabor amargo daquilo que poderíamos vir a ser mas não somos. Sabes, eu ainda te amo, eu ainda te quero, hoje. Mas amanhã, posso já não estar aqui. (...)
Porque eu posso nunca vir a esquecer o grande amor da minha vida, mas posso habituar-me a viver sem ele.»
Escrito com amor,
alexandrapinto
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17.12.10
Preciso de descanso...

Fecho os olhos com a esperança que a minha cabeça se abstraia por breves momentos e que a tranquilidade venha ter comigo e entre no meu corpo para sempre. É sempre tão mais fácil pensar que tudo é uma brincadeira e que a vida não passa de um jogo onde uns perde, uns ganham... mas no final, tudo fica bem e somos todos amigos namesma. Mas infelizmente não é assim. Por mais dura e crua que seja a realidade, é real e é a nossa.
Às vezes dá vontade de fugir sem rumo, gritar num sítio onde não esteja ninguém, até que a minha voz fique gasta e não saia mais. Preciso de libertar todas as lágrimas que já não derrubo à muito tempo. Aquelas que deixam os olhos a brilhar, mas não conseguem cair por estarem tão presas.
A ansiedade que trago comigo às vezes torna-se mais pesada do que o meu próprio corpo. Torna-se mais complicada de gerir do que parece. E quando caio em mim, quando penso (finalmente) em mim e no meu bem-estar, chego à conclusão que tenho o mundo nas minhas costas e eu não consigo tomar conta dele e de todos os problemas e obstáculos sozinha. Preciso de descanso, tenho necessidade de soltar toda a raiva, angústia e tensão que sinto. E ninguém imagina a quantidade que é.
Pelo menos é férias, oh meu Deus, OBRIGADA ♥
Escrito com amor,
alexandrapinto
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15.12.10
Somente, TU.

Dias chuvosos que mais pareciam não ter fim. O frio que tanto me congelava as mãos e o rosto, principalmente de manhã, quando me levantava no momento em que o dia ainda permanecia escuro. Havia no ar um espírito de insatisfação e cansaço. Pessoas exaustas de dias consecutivos de trabalho duro. Estudantes terem de conseguir fazer tudo e mais alguma coisa que lhes é proposto.
No entanto, no meio de tudo o resto que não deixa o mínimo de felicidade, estavas sempre lá à minha espera para me aqueceres, para me dizeres coisas lindas e para andar comigo à chuva fazendo de um momento, o nosso momento de filme. Onde ninguém mais existia a não ser, nós os dois. As únicas pessoas que interessavam no final de tudo. Lembras-te as promessas que foram feitas? Eu lembro e sei que tu também te lembras. De todas as brincadeiras. De todo o carinho demonstrado de várias formas que era transmitido de um para o outro. Eras tu que me proporcionavas isso. Tu. Eras o que mais queria. E consegui.
Naqueles nossos momentos, pelas primeiras vezes, não estava minimamente interessada com a opinião dos outros, se gostavam ou não, se andar à chuva, fazer aquelas brincadeiras eram atitudes parvas ou não... visto que só existias tu. A segurança que me davas era imensa e eu com ela sentia-me muito mais confiante e feliz, porque sabia que acontecesse o que acontecesse, haveria sempre alguma coisa que permanecia...
TU.
[ imaginação do momento. ]
Escrito com amor,
alexandrapinto
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14.12.10
miss you.

That's all I have to tell you: I miss you!
Escrito com amor,
alexandrapinto
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