3.1.11

Frustração.

« Irás embora? Quem sabe, eu já me sinto tão sozinha no meio de tantas pessoas que nada me surpreenderá. »

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É fantástico a esperança que sempre temos em tentar mudar aquilo que não podemos. Tento sempre dar tudo de mim a coisas que definitivamente não valem a pena e no final, nada resta. Tantas e tantas vezes que bati com a cabeça, para quê continuar? É impressionante como um ser humano para umas coisas são tão espertos e para outras... Isso não acontece. Sabem quando gostamos das pessoas por algo que elas já perderam? Aquele dom que sempre as fizeram diferentes, aquela mesma características que lhe era tão típica, e mesmo não a tendo agora, continuamos com a esperança que apareça novamente, ou então ainda atiramos a culpa para cima de nós, porque nós já não merecemos. Chega! E como é que uma pessoa se sente melhor que as outras todas só porque a técnica do engate serviu para mais umas quantas? Que ideia tão patética. És ridículo e ainda fazes de ti, ainda mais ridículo, ao acreditares nisso. Mas o que odeio mais em mim, ao fim deste remoinho de sentimentos e sensações desagradáveis, é que continuo aqui, há tua espera, à espera da pessoa que eras antes, que desapareceu de um dia para o outro. Acordo e adormeço com essa esperança, ao qual não morre e isso deixa-me frustrada.
De quem será o problema? Teu ou meu? Talvez saiba a resposta só não quero interioriza-la, nossa. Culpa tua por seres assim, com essa forma de gostar do mais estúpida que pode haver à face da terra e eu, este calhau, não tendo outro nome, que continuo a amar-te como antes ou ainda mais e continuo com esperanças de acordar um dia e estares, como um dia normal, a mexer-me no cabelo e a dizer que me amas. É triste, é frustrante, mas é a realidade. Ponto.

( A imaginação tem destas coisas. )

2.1.11

Desabafo.

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Só peço uma única coisa: Metam-se no meu lugar, pessoas que não me compreendem, e vejam o quanto isto é difícil. Definitivamente, estou farta que mandem no que tenho ou não de fazer. Chega!
Eu bem tento, "pensem como se fosse a vossa vida que ficasse completamente podre", mas não. Nunca fazem o que eu quero. Têm sempre que ganhar e eu revolto-me, mesmo.
Quando sou eu, ajudo uma pessoa e penso sempre no seu bem estar, mas parece que isso nunca acontece comigo. Têm sempre de opinar coisas erradas, que nunca me fazem sentir melhor.

1.1.11

importância...

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Adoro o simples facto, de haver pessoas que com a companhia delas, posso ser eu mesma. Sem tirar nem por nada na minha personalidade. Obrigada!

31.12.10

para sempre.


Nem sempre as coisas existem apenas na nossa cabeça. Às vezes são bem reais e nós é que fechamos os olhos perante a realidade. Não vou dizer que não é o que sempre quis, mas também não é como queria que fosse. Tudo o que sempre desejamos não nos é dado tal e qual como sempre sonhamos. Existe sempre defeitos, desagrados e imperfeições. Temos é de fazer do pouco que nos é dado, o nosso próprio futuro. Começando sempre por reparar imperfeições e colocar tudo ao nosso gosto. Embora não seja simples de fazer, tudo nos parece mais perfeito quando é algo feito por nós e nos é garantido ser o nosso futuro, o nosso para sempre. E eu não nego, podias ser o meu para sempre.

28.12.10

Despair.

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O futuro que escolhi é bastante mais complexo do que alguma vez pude imaginar. Tem mais para além do óbvio. Tem aspectos que deveriam de ser inexistentes e no entanto estão na minha cabeça. Era tudo muito mais fácil se a única pessoa que saísse prejudicada fosse eu. Saberia que era apenas mais uma etapa de tantas complicadas que já tive. Mas não, estão envolvidas a(s) pessoa(s) mais importante(s) na minha vida. Isso dói-me mais do que saber o que tenho de fazer daqui para a frente. Gostaria que tudo fosse mais claro na minha cabeça e que não fosse tudo tão complicado como é.
Mais uma vez, tenho a sensação que a minha Vida, no meio de tantas conquistas e desilusões, a vou perder toda novamente. Parece que tudo me é tirado sem eu não conseguir dizer "fiquem comigo" porque sei que as pessoas têm de seguir um caminho, e dizer para ficar comigo, é um acto de cobardia, pois quem falhou fui eu.
Ontem apercebi-me de algumas coisas que ainda não estavam claras na minha cabeça. Soube que não fui forte por mim e por ti. Deveria de ter estado calada sem te fazer sofrer. Não mereces, nunca mereces-te. Mas a ansiedade que tinha comigo e a vontade de te ouvir para me acalmar foi mais forte do que qualquer vontade de não te ligar. E o esperado aconteceu, chorei/choramos como já não acontecia há bastante tempo. A ânsia de ir a correr ter contigo e ficar abraçada a ti para nos ajudarmos mutuamente despertava um desespero tal que a minha cabeça não parava de me doer. Parecia que ia rebentar. Tal como os meus olhos, sentia-os o dobro e tinha o corpo completamente congelado e a tremer.
Acho que nunca tive tanto medo de perder alguém como naquela altura. Acho que era capaz de fazer loucuras. De fazer o que antes, não teria coragem. Nunca duvidei do meu sentimento por ti mas depois desta noite, isso só foi comprovado cem por cento.
Só queria voltar atrás. Fazer tudo diferente e não estar a ouvir tu a chorar e a sentires que ia tudo ficar diferente. Entre juras e promessas eternas, choros e tentativas de sorrisos, passou-se perto de duas horas. Lembro-me da nossa ultima promessa da lágrima. E de me sentir que estava a entrar em coma de tanto desespero mas mesmo assim estar sempre a olhar para o telemóvel a ver se recebia algo teu depois de teres desligado. Mas nada. De manhã acho (nem sei se foi durante a noite sinceramente, estava desorientada por completo) olhei para o telemóvel como se fosse um acto de desespero, e foi mesmo. Mas não tinha recebido nada. E mais uma vez mandei-te mensagem. Como não respondes-te prai em dois minutos, liguei-te desesperadamente. Ouvi a tua voz triste a perguntar se tudo não passou de um sonho. E eu infelizmente dei-lhe a pior notícia possível: não foi um sonho!
Nunca te vou abandonar, porque és o meu maior orgulho, a minha maior conquista.
AMO-TE