6.1.11

Sentimentos verdadeiros, não aparecem em vão.

« Não há dia que eu não me mentalize que já não fazes parte da minha esfera pessoal, mas também não há repouso que não me sussurre ao ouvido que eu faria (quase) tudo por ti. »

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Nunca fui boa a tentar enganar o meu coração e a fingir o que verdadeiramente sinto.

4.1.11

COME BACK, my dear love.

«Não vou aguentar mais, por isso olho à minha volta: muda e desesperada, e o que sobra? Sobram as memórias de um tempo sem tempo, de um espaço onde o sol e as estrelas coexistiram numa harmonia perfeita. Sobra também o adeus não dito, a esperança de um amanhã sonhado.
Sobro eu, envolvida nas promessas não cumpridas. Sobro eu, com os meus textos e a minha nostalgia.
Se ao menos soubesses o quanto te amo.
Se ao menos soubesses o quanto preciso de descansar do mundo e aterrar em ti.»

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No meio de tudo o que partiu, sobro sempre eu a pensar sempre a mesma coisa, no mesmo sítio, pelas mesmas razões. A pensar em ti, no meu canto secreto, com a esperança que sintas saudades e voltes para onde nunca devias de ter saído. Da minha beira. "Volta" é a palavra que mais penso quando as lágrimas começam a escorrer pelo meu rosto, essas lágrimas sabem tão a ti, que dá-me vontade de fugir e só parar quando te tiver nos braços novamente. Porque a saudades dói tanto e nos destrói por dentro? Porque parece sempre que somos nós os únicos a sentir saudades no meio deste final inesperado? Eu quero-te aqui, comigo. Quero que sintas saudades também e que chores com saudades minhas tal como eu choro cada vez que me vejo sozinha. Quero que reconheças que sou tudo para ti, como tu és para mim. Consegues?! Eu sei que sim meu amor, eu sei que quando olhas para mim, ainda queres dizer com esse brilho nos olhos, que me queres tanto como eu te quero. Eu sinto que cada vez que o nosso olhar se entrelaça um no outro, sei que se apaixonam como se apaixonaram na primeira vez naquele dia, que hoje penso ser o mais especial. Para quê tantos rodeios se nos amamos mutuamente? Para quê não nos deixarmos de rodeios e sermos felizes? Juntos? Eu prometo que não faço perguntas, que apenas te abraço e beijo como antes ou ainda com mais intensidade. Prometo que não vai palavras bruscas da minha parte e tu, promete a mesma coisa. Mas volta, não consigo viver sem te ter aqui, comigo!
( Texto imaginado )

3.1.11

Frustração.

« Irás embora? Quem sabe, eu já me sinto tão sozinha no meio de tantas pessoas que nada me surpreenderá. »

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É fantástico a esperança que sempre temos em tentar mudar aquilo que não podemos. Tento sempre dar tudo de mim a coisas que definitivamente não valem a pena e no final, nada resta. Tantas e tantas vezes que bati com a cabeça, para quê continuar? É impressionante como um ser humano para umas coisas são tão espertos e para outras... Isso não acontece. Sabem quando gostamos das pessoas por algo que elas já perderam? Aquele dom que sempre as fizeram diferentes, aquela mesma características que lhe era tão típica, e mesmo não a tendo agora, continuamos com a esperança que apareça novamente, ou então ainda atiramos a culpa para cima de nós, porque nós já não merecemos. Chega! E como é que uma pessoa se sente melhor que as outras todas só porque a técnica do engate serviu para mais umas quantas? Que ideia tão patética. És ridículo e ainda fazes de ti, ainda mais ridículo, ao acreditares nisso. Mas o que odeio mais em mim, ao fim deste remoinho de sentimentos e sensações desagradáveis, é que continuo aqui, há tua espera, à espera da pessoa que eras antes, que desapareceu de um dia para o outro. Acordo e adormeço com essa esperança, ao qual não morre e isso deixa-me frustrada.
De quem será o problema? Teu ou meu? Talvez saiba a resposta só não quero interioriza-la, nossa. Culpa tua por seres assim, com essa forma de gostar do mais estúpida que pode haver à face da terra e eu, este calhau, não tendo outro nome, que continuo a amar-te como antes ou ainda mais e continuo com esperanças de acordar um dia e estares, como um dia normal, a mexer-me no cabelo e a dizer que me amas. É triste, é frustrante, mas é a realidade. Ponto.

( A imaginação tem destas coisas. )

2.1.11

Desabafo.

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Só peço uma única coisa: Metam-se no meu lugar, pessoas que não me compreendem, e vejam o quanto isto é difícil. Definitivamente, estou farta que mandem no que tenho ou não de fazer. Chega!
Eu bem tento, "pensem como se fosse a vossa vida que ficasse completamente podre", mas não. Nunca fazem o que eu quero. Têm sempre que ganhar e eu revolto-me, mesmo.
Quando sou eu, ajudo uma pessoa e penso sempre no seu bem estar, mas parece que isso nunca acontece comigo. Têm sempre de opinar coisas erradas, que nunca me fazem sentir melhor.

1.1.11

importância...

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Adoro o simples facto, de haver pessoas que com a companhia delas, posso ser eu mesma. Sem tirar nem por nada na minha personalidade. Obrigada!