10.1.11

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8.1.11

Egocentrismo.

Perg: QUANDO É QUE CERTAS PESSOAS DEIXAM SÓ DE PENSAR NELAS PRÓPRIAS?

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7.1.11

Deixar flutuar.

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É estranho como a vida muda. Chega a ser engraçado até. Momentos, pessoas, sítios, situações que eram nossas, que vão mudando consoante crescemos e nos tornamos mais maduros. É uma das coisas que não podemos nunca evitar. Porque quando damos por nós, as coisas já mudaram... Simplesmente não damos conta porque não depende só de nós. Depende sempre de mais alguém, de algo. Tem sempre uma explicação e quando não parece ter, é giro de certa forma dizer que é o destino que já estava traçado. Será que é sempre o pior para nós? Na minha maneira de pensar, não. Faz parte e eu não vou estar a desgastar-me por dentro e a pedir para o tempo voltar. Sei que coisas mudam, para sempre, tal e qual como outras vêm e permanecem por muito tempo, num para sempre indeterminado. A simplicidade das coisas existe quando deixamos flutuá-las e não as prendemos.
Eu nunca mais te vou prender, nunca mais te vou pedir para voltares. Cansei-me numa forma simpática da palavra. Agora tudo depende do vento, depende se está virado ou não para mim, e assim voltarás e irás sempre que quiseres. Mas não te vou prender, como também nunca te largarei por completo.

6.1.11

Sentimentos verdadeiros, não aparecem em vão.

« Não há dia que eu não me mentalize que já não fazes parte da minha esfera pessoal, mas também não há repouso que não me sussurre ao ouvido que eu faria (quase) tudo por ti. »

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Nunca fui boa a tentar enganar o meu coração e a fingir o que verdadeiramente sinto.

4.1.11

COME BACK, my dear love.

«Não vou aguentar mais, por isso olho à minha volta: muda e desesperada, e o que sobra? Sobram as memórias de um tempo sem tempo, de um espaço onde o sol e as estrelas coexistiram numa harmonia perfeita. Sobra também o adeus não dito, a esperança de um amanhã sonhado.
Sobro eu, envolvida nas promessas não cumpridas. Sobro eu, com os meus textos e a minha nostalgia.
Se ao menos soubesses o quanto te amo.
Se ao menos soubesses o quanto preciso de descansar do mundo e aterrar em ti.»

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No meio de tudo o que partiu, sobro sempre eu a pensar sempre a mesma coisa, no mesmo sítio, pelas mesmas razões. A pensar em ti, no meu canto secreto, com a esperança que sintas saudades e voltes para onde nunca devias de ter saído. Da minha beira. "Volta" é a palavra que mais penso quando as lágrimas começam a escorrer pelo meu rosto, essas lágrimas sabem tão a ti, que dá-me vontade de fugir e só parar quando te tiver nos braços novamente. Porque a saudades dói tanto e nos destrói por dentro? Porque parece sempre que somos nós os únicos a sentir saudades no meio deste final inesperado? Eu quero-te aqui, comigo. Quero que sintas saudades também e que chores com saudades minhas tal como eu choro cada vez que me vejo sozinha. Quero que reconheças que sou tudo para ti, como tu és para mim. Consegues?! Eu sei que sim meu amor, eu sei que quando olhas para mim, ainda queres dizer com esse brilho nos olhos, que me queres tanto como eu te quero. Eu sinto que cada vez que o nosso olhar se entrelaça um no outro, sei que se apaixonam como se apaixonaram na primeira vez naquele dia, que hoje penso ser o mais especial. Para quê tantos rodeios se nos amamos mutuamente? Para quê não nos deixarmos de rodeios e sermos felizes? Juntos? Eu prometo que não faço perguntas, que apenas te abraço e beijo como antes ou ainda com mais intensidade. Prometo que não vai palavras bruscas da minha parte e tu, promete a mesma coisa. Mas volta, não consigo viver sem te ter aqui, comigo!
( Texto imaginado )