21.1.11

forever & ever.

Este momento era tão perfeito, tão correcto, que não havia dúvida disso. Os braços dele cercaram-me, segurando-me contra ele, éramos como inverno e verão. Parecia que todas as terminações nervosas do meu corpo eram fios eléctricos.
Para sempre - ele concordou, e então me puxou gentilmente mais para dentro da água.
In Breaking Dawn

20.1.11

Vais sem um único adeus.

« Nunca sabemos para onde vamos. Nunca sabemos até onde podemos chegar, nunca conhecemos os nossos passos, mesmo quando pensamos que escolhemos os melhores caminhos. Tu vens e vais como um pássaro, voas como quem anda,ficas como quem mora e, quando partes, nunca dizes a palavra adeus. Penso sempre que é a última vez, mas depois há uma força que te faz voltar, e a cada regresso trazes-me mais conforto, mais paz, mais sabedoria. O que te faz voar até mim é um mistério que o mundo não consegue resolver. Tens todos os sonhos por cumprir e, no entanto, nunca te vi com pressa para os alcançar. »

Margarida Rebelo Pinto

18.1.11

História de amor e de espera(nça)

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« É preciso aprender a aceitar e não pedir mais do que aquilo que nos podem dar. É preciso começar do zero, sempre que parece que se chegou a uma porta sem saída. Quando se ama alguém é preciso aprender a não cobrar. Aprender a dizer que chega, quando não chega. Usar o coração como fortaleza, assumir as consequências desse amor, e se for possível nunca desistir. Por isso, abre as mãos e o peito e deixa-o ficar lá dentro, não esperes que ele te ame da mesma forma que tu o amas, mas não o deixes de amar por isso. Volta à rua onde te apaixonaste por ele, e recolhe todos os sorrisos desfeitos, aproveita as noites em que choras, para conversar com o teu coração. Não és a única a achar que estás presa, o teu coração é que está preso. Está preso a um amor que lhe dá asas para a liberdade. Se o amas de verdade não desistas, não desistas de ti, principalmente de ti. Sei como é difícil, ou achas que não? O amor não é fácil, é preciso saber aguentá-lo no peito, é preciso deixar que ele amadureça, e saber colhe-lo na hora certa. »

Escrito por Vera Rodrigues.

12.1.11

Juntos ao luar de Nicholas Sparks.


































« Há tanta coisa que te quero dizer, mas não tenho a certeza de por onde começar. Deveria começar por dizer que te adoro? Ou que os dias que passei contigo foram os mais felizes da minha vida? Ou que o pouco tempo que passámos juntos foi suficiente para me convencer de que o nosso lugar é ao lado um do outro? Podia dizer-te tudo isto, e tudo seria verdade, contudo, ao reler o que escrevi, não consigo pensar em mais nada para além de que adorava poder estar contigo neste momento de mãos dadas, a ver o teu sorriso esquivo. De futuro, sei que irei relembrar constantemente o tempo que passámos na companhia um do outro. Vou ouvir o teu riso, e ver o teu rosto, e sentir o teu abraço. Vou sentir a falta de tudo isso, mais do que possas imaginar.
Todos os dias, penso em ti, e sei que, quando nos virmos amanhã, despedir-me de ti vai ser a coisa que até hoje mais me custou na vida. Por um lado, sinto receio de que chegue o dia em que tu já não sintas o mesmo por mim, que de alguma forma te esqueças dos momentos que partilhámos, por isso é isto que pretendo fazer. Onde quer que estejas e independentemente do rumo que a tua vida levar, sempre que a primeira noite de lua cheia chegar – como naquele dia – quero que a procures no céu nocturno. Quero que penses em mim e nos momentos que passámos juntos, porque, onde quer que eu esteja e independentemente do rumo que a minha vida levar, é precisamente isso que eu vou fazer. Já que não podemos estar juntos, pelo menos isso podemos partilhar, e talvez, entre ambos, consigamos fazer que a nossa relação dure para sempre. »

« Faltas-me tu, e é o suficiente. »

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« (...) Como eu não me esqueço das promessas, acho que tens algumas a cumprir. Quero esperar-te. Não quero agarrar-me novamente a ti com a força e dedicação de corpo e alma como já me agarrei. Agora quero apenas que estejas, aqui. Que sorrias com esse sorriso enorme e malandro e com essa simplicidade contagiante. Preciso de ti a debruçares-te sobre os meus problemas, a ouvires-me durante tempos e tempos. Preciso das tuas soluções que te dão práticas serem ajudam-me tanto. Preciso dos nossos dias anteriores, da nossa paz interior e da nossa cumplicidade gigante. Volta de novo, completo por favor. É que eu sinto tanto, tanto a tua falta. Falta-me tudo. Falta-me isto, aquilo e o outro.
Faltas-me tu, e é o suficiente. »