2.2.11

Just say it, please.

Depois de tudo isto, penso que poderia ter feito mais coisas, aproveitado mais e não ter perdido tanto tempo como perdi.

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"Things will be just fine"?
I HOPE SO!

27.1.11

três anos & três meses.

São três anos & três meses, melhor amiga.


« Conheci-te, e isso tornou-se, a coisa mais especial do mundo. Eu não te sei dizer porque estou a escrever isto, não te sei explicar porque o estou a fazer, com lágrimas a caírem-me pelo rosto, e sorrisos brilhantes lembrando-me de todos os momentos.
Conheço-te de trás para a frente, de frente para trás, sabes todos os meus segredos, todos os meus medos, todos os meus sonhos, pesadelos, esperanças, sentimentos (..) Eu amo-te, amo-te da mesma maneira que se ama um irmão... Um irmão de coração, que está sempre lá, mesmo longe, e mesmo perto! Eu, hoje, só te tenho a pedir mil Desculpas, e mil Obrigadas, por tudo e mais alguma coisa. Porque das coisas, que a vida me ensinou, é que só a amizade é capaz de ser eterna.
E mesmo eu não estando presente, em todos os momentos da tua vida, estou a pensar em ti, se estás bem ou mal. »
{ Texto não meu. }




E são estas as palavras que te tento transmitir sempre. Por mais distante, ausente, que eu possa estar, estás aqui, como sempre estives-te durante estes meses todos. Porque tu vales a pena. E eu quero que com o passar do tempo, esteja sempre a contar mais um mês que tudo começou. É uma das coisas que mais me orgulha de saber na minha vida, que permaneces sempre na minha vida. Que toda a gente vai e vem e tu permaneces com essa maneira de ser que nunca conheci igual. Fazes coisas por mim que nunca ninguém fez. E eu fiz coisas, senti coisas, que nunca tinha feito ou sentido. Toda a protecção que sinto que devo ter em relação a ti, faz-me ter às vezes tanto medo que por instantes esse passa despercebido porque não quero que dês conta. Mas existe. Sabes que não suporto que te façam infeliz, não suporto que te deitem abaixo. E eu estou aqui, para sarar todas as feridas, para ser o teu pilar. Vou fazer de tudo para continuares a sentir orgulho em mim, como hoje sentes. E eu prometo-te, não te vou largar.

27 de Outubro de 2007 * 27 de Janeiro de 2011.

26.1.11

Largo-te de uma forma... suave.

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« (...) Sabes que em cada conversa que tenho, daquelas conversas em que cada um expressa tudo o que foi aprendendo com a vida, eu falo com o coração nas mãos, e tu estás lá, em cada palavra, em cada brilho dos meus olhos, e eu juro que nesse momento tenho uma vontade tão grande de te agarrar e trazer para o meu colo. Eu, que me agarrei a ter-te para dar cada passo, eu que sempre achei que te ia amar, dou por mim vazia, vazia de tudo, vazia de vida. E olha que há muito não sorria como sorrio agora, mas sabes, é outro viver, é outra forma de sentir. Aprendo, como uma criança que dá os primeiros passos. Foste tu que te quiseste ir embora, foste tu que me deixaste para trás, eu sempre te quis amar, sempre te imaginei a meu lado, e hoje, hoje obrigo-me a imaginar-me com outra pessoa porque tu já não fazes sentido, nenhum, zero. Era ridículo, era parvoíce continuar a ter-te, porque eu já não te amo, e sabes a maior conquista que eu tive nestes dias? Há tanta coisa que era tua e que me tocava o coração, que agora já nada me é, já não magoa como um dedo a tocar na ferida, já não arde. Sabes que quando isso me aconteceu pela primeira vez eu senti falta, falta daquele dor no coração a mostrar-me que ainda estou viva, falta de ti, de todos os pedaços teus que eu fui juntando ao longo do tempo. Mas agora já não preciso mais de ti... E hei-de voltar a escrever-te, tantas vezes, mas estás livre, estás solto como um pássaro, voa, o teu coração devolvi-to. Não sei se um dia voltarei para te fazer feliz, não sei se um dia me voltarás a amar, sei que desta vez te largo, e largo-te de forma tão suave que todas as coisas boas permanecem no mesmo sítio, no teu sítio... »


“A árvore da vida.”


« Em todos nós, no mais profundo da alma, há uma subterrânea inquietação, o desejo daquilo que parece sempre escapar-nos, a dor por qualquer coisa que não sabemos bem o que seja. Até quando estamos apaixonados e somos correspondidos, no momento em que nos vamos embora ou o nosso amado parte, mesmo numa seperação breve, aquele sofrimento profundo reaparece. Por vezes reaparece até num momento de felicidade porque aquela felicidade se nos revela fugaz. Nós olhamos para o céu, um pequeno pedaço de céu azul, como que para concentrar nele toda a nossa felicidade e sentimos tristeza porque poderemos recordar aquele céu mas não podemos prolongar esse instante. Experimentamos este sofrimento à noite, sem motivo, de manhã ao acordar sem saber porquê. A nossa alma está construída para desejar algo absoluto e, portanto, inefável e inacessível. Quando estamos ocupados não nos apercebemos disso (…) mas toda a nossa vontade está orientada para a meta e é ela que se ilumina com aquilo que procuramos sempre… »

Francesco Alberoni

24.1.11

Recordação, agora presente na minha vida (de novo).

« É que ainda por cima acho que não consigo recordar outro dia senão aquele... Ou aqueles em que eu insisti que não podia gostar de ti. »

Pensei que a vida já me tivesse surpreendido o suficiente. Felizmente, ou infelizmente, ainda não tinha sido o suficiente. Já tinhas passado para um caixa de recordações há muito tempo e agora, agora cá estás tu outra vez. Juro que não estava à espera. Apesar de a confusão que se instalou na minha cabeça, sinto-me feliz por teres voltado e fazeres com que certas recordações que já tinha esquecido, voltassem a aparecer de novo. E essas foram talvez das mais marcantes e puras que tive. Memórias inocentes e sem maldade alguma. Sabes, descobri agora que talvez sempre fizeste parte de mim, eu é que nunca tinha sentido a tua verdadeira presença. Mas ainda bem que fui a tempo. Gosto de te ter comigo e fazer de ti uma recordação, agora presente na minha vida (de novo).