5.2.11

« Sinto saudades da paz que me trouxe, e das borboletas na barriga que a felicidade provocava. Quero que os meus olhos brilhem de novo como brilharam, e sorrir como nunca tinha sorrido antes. »

Precisarei de ti para o conseguir? Acho que já não me lembro da última vez em que os meus sentimentos estavam tão baralhados como estão agora. Sei que tenho de dar tempo ao tempo, mas o tempo parece não passar e eu quero muito chegar a uma conclusão e dar o próximo paço, seja ele qual for.

Digo & Repito.

Nota-se muito a quantidade de cumplicidade e afecto que temos uma pela outra?





















És a melhor amiga do mundo.

2.2.11

Just say it, please.

Depois de tudo isto, penso que poderia ter feito mais coisas, aproveitado mais e não ter perdido tanto tempo como perdi.

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"Things will be just fine"?
I HOPE SO!

27.1.11

três anos & três meses.

São três anos & três meses, melhor amiga.


« Conheci-te, e isso tornou-se, a coisa mais especial do mundo. Eu não te sei dizer porque estou a escrever isto, não te sei explicar porque o estou a fazer, com lágrimas a caírem-me pelo rosto, e sorrisos brilhantes lembrando-me de todos os momentos.
Conheço-te de trás para a frente, de frente para trás, sabes todos os meus segredos, todos os meus medos, todos os meus sonhos, pesadelos, esperanças, sentimentos (..) Eu amo-te, amo-te da mesma maneira que se ama um irmão... Um irmão de coração, que está sempre lá, mesmo longe, e mesmo perto! Eu, hoje, só te tenho a pedir mil Desculpas, e mil Obrigadas, por tudo e mais alguma coisa. Porque das coisas, que a vida me ensinou, é que só a amizade é capaz de ser eterna.
E mesmo eu não estando presente, em todos os momentos da tua vida, estou a pensar em ti, se estás bem ou mal. »
{ Texto não meu. }




E são estas as palavras que te tento transmitir sempre. Por mais distante, ausente, que eu possa estar, estás aqui, como sempre estives-te durante estes meses todos. Porque tu vales a pena. E eu quero que com o passar do tempo, esteja sempre a contar mais um mês que tudo começou. É uma das coisas que mais me orgulha de saber na minha vida, que permaneces sempre na minha vida. Que toda a gente vai e vem e tu permaneces com essa maneira de ser que nunca conheci igual. Fazes coisas por mim que nunca ninguém fez. E eu fiz coisas, senti coisas, que nunca tinha feito ou sentido. Toda a protecção que sinto que devo ter em relação a ti, faz-me ter às vezes tanto medo que por instantes esse passa despercebido porque não quero que dês conta. Mas existe. Sabes que não suporto que te façam infeliz, não suporto que te deitem abaixo. E eu estou aqui, para sarar todas as feridas, para ser o teu pilar. Vou fazer de tudo para continuares a sentir orgulho em mim, como hoje sentes. E eu prometo-te, não te vou largar.

27 de Outubro de 2007 * 27 de Janeiro de 2011.

26.1.11

Largo-te de uma forma... suave.

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« (...) Sabes que em cada conversa que tenho, daquelas conversas em que cada um expressa tudo o que foi aprendendo com a vida, eu falo com o coração nas mãos, e tu estás lá, em cada palavra, em cada brilho dos meus olhos, e eu juro que nesse momento tenho uma vontade tão grande de te agarrar e trazer para o meu colo. Eu, que me agarrei a ter-te para dar cada passo, eu que sempre achei que te ia amar, dou por mim vazia, vazia de tudo, vazia de vida. E olha que há muito não sorria como sorrio agora, mas sabes, é outro viver, é outra forma de sentir. Aprendo, como uma criança que dá os primeiros passos. Foste tu que te quiseste ir embora, foste tu que me deixaste para trás, eu sempre te quis amar, sempre te imaginei a meu lado, e hoje, hoje obrigo-me a imaginar-me com outra pessoa porque tu já não fazes sentido, nenhum, zero. Era ridículo, era parvoíce continuar a ter-te, porque eu já não te amo, e sabes a maior conquista que eu tive nestes dias? Há tanta coisa que era tua e que me tocava o coração, que agora já nada me é, já não magoa como um dedo a tocar na ferida, já não arde. Sabes que quando isso me aconteceu pela primeira vez eu senti falta, falta daquele dor no coração a mostrar-me que ainda estou viva, falta de ti, de todos os pedaços teus que eu fui juntando ao longo do tempo. Mas agora já não preciso mais de ti... E hei-de voltar a escrever-te, tantas vezes, mas estás livre, estás solto como um pássaro, voa, o teu coração devolvi-to. Não sei se um dia voltarei para te fazer feliz, não sei se um dia me voltarás a amar, sei que desta vez te largo, e largo-te de forma tão suave que todas as coisas boas permanecem no mesmo sítio, no teu sítio... »