17.2.11

Olha-me nos olhos e diz-me...

Sinceramente tenho pena. Pena de complicares tanto as coisas simples da Vida. Só quero perceber o que tu queres. Se é jogo, ou não. Se devo ou não levar as tuas conversas a sério e entender o teu silêncio como "esquece, não dá". Odeio não saber o que queres, apenas sei o que queres obter pelo menos, mais uma vez. Porque querer para mim, é um querer sincero, é ter necessidade, para ser realmente feliz. Agora querer, mesmo sendo muito, mais uma vez... Para mim, não. Ou se querer uma coisa com o coração, ou não. E é isso que me faz ter dúvidas e mais dúvidas do que sinto também. Dúvidas se devo ou não seguir o coração, visto que ele às vezes magoa-me mesmo... Às vezes dou-lhe ouvidos e depois chego à conclusão que devia era ter ficado quieta. Sei que apenas nos devemos de arrepender daquilo que não fazemos, mas eu, como qualquer ser humano tem receio... Tenho medo que tudo se torne contra mim, e eu não consiga aguentar.

Olha-me nos olhos e diz-me, com palavras do coração o que queres. Do que sentes, não do que eu quero ouvir. Prefiro que sejas claro comigo, sem rodeios, sem falinhas mansas. Consegues?

16.2.11

Sometimes...

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A imagem diz tudo!

15.2.11

Dá-me um sinal.

‎"Quero-te amar mas não vou implorar, dá-me um sinal, mostra-me mais."

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Dá-me esse sinal, se esse for mesmo o teu desejo. O desejo igual ao meu.

14.2.11

Pensamentos silenciosos.

«Quando durmo, sonho contigo e, quando acordo, desejo ter-te nos meus braços.»

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Por mais que tente abstrair-me de ti, por mais que tente não pensar, tu estás sempre no pensamento. Porque é que o subconsciente do ser humano nunca esquece o que devia de esquecer, porque dá importância ao que não vale a pena, pensa no que já passou e que não volta nunca mais?
Chega a ser bastante desesperante saber que não podemos mudar nada e no entanto tudo fica dentro de nós a roer, a ferir o nosso interior. Eu tento, tento mesmo em não pensar, em deixar que o tempo me ajude a não ligar mais, a não sentir saudade, a não me lembrar do quando tu sempre significas-te. Sempre soube que esquecer o que sempre esteve dentro de nós, mesmo quando nós mesmos tínhamos essa parte adormecida, era difícil, sempre soube, mas assim...
Sinceramente penso que antes é que estava bem, porque finalmente eras passado e não passavas de uma simples (melhor) fase da minha vida, mas depois penso, mais coisas aconteceram que fizeram com que eu voltasse a sentir tudo de novo. Deste-me esperanças, disseste que gostas-te de recordar, disseste que não te arrependes-te de nada, mas e agora? Agora apesar de te lembrares de mim quase todos os dias, tudo mudou. Sinto-te mais distante, sinto que aquilo foi bom, mas acabou. E custa-me aceitar isso, juro que sim. Mas não me arrependo, apesar de querer muito esse arrependimento para ser mais fácil de esquecer, não consigo tê-lo. Senti-me viva contigo de novo e ao dizer que me tinha arrependido, estava a ser falsa comigo mesma. Sei perfeitamente que o que aconteceu eu gostei e tu também gostaste. Para quê tantos rodeios? Para quê complicar? Para quê?
Para ti talvez esteja tudo bem ao fim ao cabo, para mim não é tanto assim. Sinto falta de ti, só de pensar na maneira que me abraças-te da última vez que estivemos juntos, dá-me vontade de ir ter contigo e abraçar-te ainda mais. A maneira como tu me olhas-te e falas-te comigo silenciosamente, senti que eras novamente meu.
Se há coisa que não me arrependo é de nós que um dia aconteceu, e que talvez aconteça de novo. (Sinto-me fraca em sentir que a esperança está sempre comigo.) Fica comigo, por favor!

Feliz dia dos namorados!

13.2.11

« E sentiu picadas na pele e o coração bater com tanta força no peito pelo ímpeto de alegria de viver, juventude e possibilidades que se lhe ofereciam. Nunca se sentira tão vivo. A sua vida era uma aventura cheia até à borda. (...) mas percebeu que era mais que isso. Era uma antecipação pura e sem limites de toda a vida que tinha pela frente. Mais tarde, recordar-se-ia daquele momento muitas vezes. Mais tarde, muito mais tarde, esse momento e a alegria que o envolvera e que ele guardava na memória viriam visitá-lo constantemente, sem que ninguém os tivesse solicitado. »

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Por mais tempo que as recordações possam ter, por mais ou menos importância que foram dadas naquele momento, tudo se prende a nós ao longo da nossa vida. Nada vai embora, principalmente instantes em que sentimos que nunca fomos tão felizes como naqueles momentos. É desses que mais sentimos falta e que dá mais vontade de voltar atrás no tempo.
Temos de aprender a viver no tempo certo e não querer que tudo volte quando já não nos pertence. Parece fácil viver o dia de hoje, mas quem não sente que quer recuar no tempo e ser novamente feliz?