19.2.11

Lamentações.

"Querida Catherine,
Lamento não te ter falado durante tanto tempo. Sinto que andei perdido... sem rota, nem bússola. Estava sempre a esbarrar nas coisas, talvez por carolice. Nunca me tinha sentido perdido. Tu eras o meu verdadeiro Norte. Quando tu eras o meu porto, sabia sempre voltar para casa. Perdoa ter ficado tão zangado quando partiste. Continuo a achar que foram cometidos alguns erros... e estou à espera que Deus os corrija. Mas já ando melhor. O trabalho ajuda-me. Acima de tudo, tu ajudas-me. Ontem apareceste-me num sonho, com aquele teu sorriso... que sempre me prendeu a ti... e me consolou. Tudo que me lembro do sonho... foi uma sensação de paz. Acordei com essa sensação... e tentei conservá-la tanto quanto me foi possível. Escrevo para te dizer que estou a trabalhar para alcançar essa paz. E para te dizer que lamento tantas coisas. Lamento não ter tratado melhor de ti... para que não passasses minuto algum doente, com frio ou com medo. Lamento não me ter esforçado mais... por te dizer aquilo que sentia. Lamento nunca ter arranjado a guarda da porta. Arranjei-a agora. Lamento as discussões que tive contigo. Lamento não te ter pedido mais vezes desculpa... por ser demasiado orgulhoso. Lamento não ter elogiado... tudo aquilo que vestias e todos os teus penteados. Lamento não te ter agarrado com tanta força... que nem Deus te pudesse arrancar de mim."

Nicholas Sparks, As Palavras Que Nunca Te Direi.

18.2.11

Como se fizesse parte de mim.

« Agarrei-me à ideia de que já estava viva e era feliz antes de o conhecer, por isso continuaria viva de qualquer forma. Mas quando a paixão inicia um novo reinado, tudo muda. Paira uma loucura invisivel e latente que nos alimenta os dias e as horas. O amor tem sempre o seu quê de loucura, ou não seria amor e não valeria e pena. E a loucura tem sempre alguma razão, ou não seria loucura. Comecei a amar este homem num só instante e temo amá-lo até ao fim da minha vida. Como se me estivesse debaixo da pele, me corresse no sangue e fizesse parte de mim. Antes dele, tudo era relativo. »
Não há coincidências, Margarida Rebelo Pinto.

17.2.11

Olha-me nos olhos e diz-me...

Sinceramente tenho pena. Pena de complicares tanto as coisas simples da Vida. Só quero perceber o que tu queres. Se é jogo, ou não. Se devo ou não levar as tuas conversas a sério e entender o teu silêncio como "esquece, não dá". Odeio não saber o que queres, apenas sei o que queres obter pelo menos, mais uma vez. Porque querer para mim, é um querer sincero, é ter necessidade, para ser realmente feliz. Agora querer, mesmo sendo muito, mais uma vez... Para mim, não. Ou se querer uma coisa com o coração, ou não. E é isso que me faz ter dúvidas e mais dúvidas do que sinto também. Dúvidas se devo ou não seguir o coração, visto que ele às vezes magoa-me mesmo... Às vezes dou-lhe ouvidos e depois chego à conclusão que devia era ter ficado quieta. Sei que apenas nos devemos de arrepender daquilo que não fazemos, mas eu, como qualquer ser humano tem receio... Tenho medo que tudo se torne contra mim, e eu não consiga aguentar.

Olha-me nos olhos e diz-me, com palavras do coração o que queres. Do que sentes, não do que eu quero ouvir. Prefiro que sejas claro comigo, sem rodeios, sem falinhas mansas. Consegues?

16.2.11

Sometimes...

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A imagem diz tudo!

15.2.11

Dá-me um sinal.

‎"Quero-te amar mas não vou implorar, dá-me um sinal, mostra-me mais."

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Dá-me esse sinal, se esse for mesmo o teu desejo. O desejo igual ao meu.