28.2.11

"Dá-me um final melhor."

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Tento não pensar mais para não ficar ainda pior. Sem efeito, é certo. Mas sei que é a forma que eu encontro para me proteger. Não consigo admitir que esta história vai ter o mesmo fim de tantas outras que já me aconteceram e que acontece a outras pessoas também. Fiz disto um final completamente diferente. Estragas-te tudo, estragamos.
Será que sou eu que coloco demasiadas expectativas numa só pessoa?
Só preciso de sinceridade, só preciso que sejas justo comigo e que me dês uma explicação. Uma única explicação. De seguida, se assim o quiseres, vai-te embora e não me dirijas mais a palavra. Manda-me foder baixinho e diz que fui o pior que aconteceu. Mas primeiro fala comigo. Preciso, infelizmente, de falar contigo nem que seja uma última vez e ouvir cuidadosamente as tuas palavras. Enquanto isso, todas as mensagens que recebo não tenho mais vontade de ler porque sei que não és tu. Sinto-me tão palerma em ter tantas saudades, ter tanta falta de ti. Não sei se o que me deixa com mais raiva, se és tu, se é este silêncio ou eu própria.

27.2.11

MELHOR ♥

No meio de tanto desespero, de tanta angustia e de tanto medo, continuas a ser sempre onde eu encontro a minha força. Faz hoje precisamente 3 anos e 4 meses que começamos a falar. E desde aí és das poucas certezas que tenho melhor amiga.


Amo-te e parabéns a nós melhor pedacinho :)

24.2.11

Adeus.

« Se perguntarem por mim diz que comigo tá tudo bem
Que não deu certo mas que a culpa não é de ninguém
Só é quando tiver que ser
Vou pensar em ti até te esquecer

(...)

Porque: Por mais que custe eu vou ser capaz
Juro a mim mesmo não voltar atrás
Vou ter saudades mas tu não vais saber
Vou pensar em ti até te esquecer
Acabou, acabou, sim acabou...

Dizias que amavas mas não mostravas
Sabias que erravas mas nunca mudavas

Fizeste tudo errado e agora és passado
Respiro de novo este ar renovado
Mas tou bem, tou bem assim
Tu não, não és pra mim
Chegou, chegou ao fim.
»

Por mais que me custe, não aguento mais a espera. Estou sempre à espera que voltes, que te lembres e que dês valor às coisas. E eu não quero, não quero chegar a um ponto de ser dependente de ti. Já não sei até que ponto as nossas coisas ainda permanecem verdadeiras. Talvez que tenha desenhado outra pessoa, com mais qualidades e ambições que parecias ter. Quem sou eu para dizer que não são/foram filmes da minha cabeça e nada mais? Eu quero acreditar que não. Quero acreditar sempre no que me disseste, por palavras ou não (tu sabes)... Foi tudo tão repentino que se tornou algo tão inexplicável. E eu estou sempre a pensar no mesmo e a tentar entender(-te). Tento dar respostas a mim mesma. E é assim que tenho levado a vida. Porque se há coisa que detesto é dar o braço a torcer e eu já dei várias vezes a ti e não me reconhecia por isso. Mas já não dou mais, porque talvez não sejas a pessoa que eu pensava que merecia a minha compreensão e dedicação. Adeus.

19.2.11

Lamentações.

"Querida Catherine,
Lamento não te ter falado durante tanto tempo. Sinto que andei perdido... sem rota, nem bússola. Estava sempre a esbarrar nas coisas, talvez por carolice. Nunca me tinha sentido perdido. Tu eras o meu verdadeiro Norte. Quando tu eras o meu porto, sabia sempre voltar para casa. Perdoa ter ficado tão zangado quando partiste. Continuo a achar que foram cometidos alguns erros... e estou à espera que Deus os corrija. Mas já ando melhor. O trabalho ajuda-me. Acima de tudo, tu ajudas-me. Ontem apareceste-me num sonho, com aquele teu sorriso... que sempre me prendeu a ti... e me consolou. Tudo que me lembro do sonho... foi uma sensação de paz. Acordei com essa sensação... e tentei conservá-la tanto quanto me foi possível. Escrevo para te dizer que estou a trabalhar para alcançar essa paz. E para te dizer que lamento tantas coisas. Lamento não ter tratado melhor de ti... para que não passasses minuto algum doente, com frio ou com medo. Lamento não me ter esforçado mais... por te dizer aquilo que sentia. Lamento nunca ter arranjado a guarda da porta. Arranjei-a agora. Lamento as discussões que tive contigo. Lamento não te ter pedido mais vezes desculpa... por ser demasiado orgulhoso. Lamento não ter elogiado... tudo aquilo que vestias e todos os teus penteados. Lamento não te ter agarrado com tanta força... que nem Deus te pudesse arrancar de mim."

Nicholas Sparks, As Palavras Que Nunca Te Direi.

18.2.11

Como se fizesse parte de mim.

« Agarrei-me à ideia de que já estava viva e era feliz antes de o conhecer, por isso continuaria viva de qualquer forma. Mas quando a paixão inicia um novo reinado, tudo muda. Paira uma loucura invisivel e latente que nos alimenta os dias e as horas. O amor tem sempre o seu quê de loucura, ou não seria amor e não valeria e pena. E a loucura tem sempre alguma razão, ou não seria loucura. Comecei a amar este homem num só instante e temo amá-lo até ao fim da minha vida. Como se me estivesse debaixo da pele, me corresse no sangue e fizesse parte de mim. Antes dele, tudo era relativo. »
Não há coincidências, Margarida Rebelo Pinto.

17.2.11

Olha-me nos olhos e diz-me...

Sinceramente tenho pena. Pena de complicares tanto as coisas simples da Vida. Só quero perceber o que tu queres. Se é jogo, ou não. Se devo ou não levar as tuas conversas a sério e entender o teu silêncio como "esquece, não dá". Odeio não saber o que queres, apenas sei o que queres obter pelo menos, mais uma vez. Porque querer para mim, é um querer sincero, é ter necessidade, para ser realmente feliz. Agora querer, mesmo sendo muito, mais uma vez... Para mim, não. Ou se querer uma coisa com o coração, ou não. E é isso que me faz ter dúvidas e mais dúvidas do que sinto também. Dúvidas se devo ou não seguir o coração, visto que ele às vezes magoa-me mesmo... Às vezes dou-lhe ouvidos e depois chego à conclusão que devia era ter ficado quieta. Sei que apenas nos devemos de arrepender daquilo que não fazemos, mas eu, como qualquer ser humano tem receio... Tenho medo que tudo se torne contra mim, e eu não consiga aguentar.

Olha-me nos olhos e diz-me, com palavras do coração o que queres. Do que sentes, não do que eu quero ouvir. Prefiro que sejas claro comigo, sem rodeios, sem falinhas mansas. Consegues?

16.2.11

Sometimes...

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A imagem diz tudo!

15.2.11

Dá-me um sinal.

‎"Quero-te amar mas não vou implorar, dá-me um sinal, mostra-me mais."

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Dá-me esse sinal, se esse for mesmo o teu desejo. O desejo igual ao meu.

14.2.11

Pensamentos silenciosos.

«Quando durmo, sonho contigo e, quando acordo, desejo ter-te nos meus braços.»

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Por mais que tente abstrair-me de ti, por mais que tente não pensar, tu estás sempre no pensamento. Porque é que o subconsciente do ser humano nunca esquece o que devia de esquecer, porque dá importância ao que não vale a pena, pensa no que já passou e que não volta nunca mais?
Chega a ser bastante desesperante saber que não podemos mudar nada e no entanto tudo fica dentro de nós a roer, a ferir o nosso interior. Eu tento, tento mesmo em não pensar, em deixar que o tempo me ajude a não ligar mais, a não sentir saudade, a não me lembrar do quando tu sempre significas-te. Sempre soube que esquecer o que sempre esteve dentro de nós, mesmo quando nós mesmos tínhamos essa parte adormecida, era difícil, sempre soube, mas assim...
Sinceramente penso que antes é que estava bem, porque finalmente eras passado e não passavas de uma simples (melhor) fase da minha vida, mas depois penso, mais coisas aconteceram que fizeram com que eu voltasse a sentir tudo de novo. Deste-me esperanças, disseste que gostas-te de recordar, disseste que não te arrependes-te de nada, mas e agora? Agora apesar de te lembrares de mim quase todos os dias, tudo mudou. Sinto-te mais distante, sinto que aquilo foi bom, mas acabou. E custa-me aceitar isso, juro que sim. Mas não me arrependo, apesar de querer muito esse arrependimento para ser mais fácil de esquecer, não consigo tê-lo. Senti-me viva contigo de novo e ao dizer que me tinha arrependido, estava a ser falsa comigo mesma. Sei perfeitamente que o que aconteceu eu gostei e tu também gostaste. Para quê tantos rodeios? Para quê complicar? Para quê?
Para ti talvez esteja tudo bem ao fim ao cabo, para mim não é tanto assim. Sinto falta de ti, só de pensar na maneira que me abraças-te da última vez que estivemos juntos, dá-me vontade de ir ter contigo e abraçar-te ainda mais. A maneira como tu me olhas-te e falas-te comigo silenciosamente, senti que eras novamente meu.
Se há coisa que não me arrependo é de nós que um dia aconteceu, e que talvez aconteça de novo. (Sinto-me fraca em sentir que a esperança está sempre comigo.) Fica comigo, por favor!

Feliz dia dos namorados!

13.2.11

« E sentiu picadas na pele e o coração bater com tanta força no peito pelo ímpeto de alegria de viver, juventude e possibilidades que se lhe ofereciam. Nunca se sentira tão vivo. A sua vida era uma aventura cheia até à borda. (...) mas percebeu que era mais que isso. Era uma antecipação pura e sem limites de toda a vida que tinha pela frente. Mais tarde, recordar-se-ia daquele momento muitas vezes. Mais tarde, muito mais tarde, esse momento e a alegria que o envolvera e que ele guardava na memória viriam visitá-lo constantemente, sem que ninguém os tivesse solicitado. »

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Por mais tempo que as recordações possam ter, por mais ou menos importância que foram dadas naquele momento, tudo se prende a nós ao longo da nossa vida. Nada vai embora, principalmente instantes em que sentimos que nunca fomos tão felizes como naqueles momentos. É desses que mais sentimos falta e que dá mais vontade de voltar atrás no tempo.
Temos de aprender a viver no tempo certo e não querer que tudo volte quando já não nos pertence. Parece fácil viver o dia de hoje, mas quem não sente que quer recuar no tempo e ser novamente feliz?

11.2.11

you and me.

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Tenho saudades dos momentos em que éramos apenas tu e eu. Onde a cumplicidade e momentos de carinho estavam presentes a cada segundo. Tenho saudades dos teus sussurros que me faziam ficar envergonhada mas com o coração cheio. Quando me sentia viva, realmente viva. Sentia que contigo, tudo estava bem e acabava bem. Tudo se resumia a momentos tão simples, mas ao mesmo tempo, tão nossos.
Gostava de ter um dom de te trazer de volta para bem junto de mim. Fazer com que volte tudo de novo, mas ao mesmo tempo penso... Prefiro que venhas por tua livre vontade, se for o que realmente queres.
Agora a questão é: O que (realmente) queres?!
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« Porque é que as coisas bonitas não nos hão-de fazer sonhar? »

10.2.11

200º post.

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BALANÇO:
Este será o meu 200º post.
Obrigada aos meus 387 seguidores, às 6108 visitas ao meu "perfil completo" e as 48446 ao meu perfil.
Agradeço também a todos os elogios que recebo pelo meu blog. Não os recebo e esqueço logo, não... Guardo para mim mesma, porque quem me conhece bem, sabe que o meu blog é muito mais do que mais um site, já faz parte de mim. Porque tudo o que escrevi aqui foi de coração. Todas as escolhas de textos que fiz, foi porque me identifiquei.
Espero continuar a ser merecedora das vossas visitas e que continuem a tornar o meu cantinho, um local onde me sinto muito bem e onde consigo transmitir tudo o que sinto.
Um obrigada não chega e tal como a imagem diz,
"I Love My Followers"

8.2.11

Abraça-me como fizeste e diz-me novamente que tinhas saudades minhas.

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Acho que ainda não tinha dito isto. Mas quando as palavras ficam presas a única maneira é fazer com que elas se soltem e deixem de estar cravadas no peito. Pensei que fosse um dia como outro qualquer, pensei que ia acontecer o habitual. Mas não... O inevitável aconteceu, quando dei por mim estava abraçada a ti e a sentir o teu cheiro novamente. Abracei-te como se fosse a ultima vez. Depois de tanta confiança, agarras-te em mim e beijas-te-me no meio daquela gente toda. Pela primeira vez, não me importei dos que me rodeavam, do que pensavam. Só queria que me comprovassem que aquilo não era um sonho. E não era mesmo. Tinha-te comigo novamente. E tudo naquele momento, embora tenha sido demasiado repentino e estranho quando comecei a pensar no que estava a acontecer naquele momento, aquilo fez-me tanto sentido. A vontade de te agarrar e pedir que ficasses comigo e que não fosse só daquela vez, era tão mas tão grande. Vi o teu brilho no olhar e a docura nas tuas palavras, aquele mesmo brilho e palavras que já me tinham pertencido antes. Soube tão bem recordar. Queria que aquilo não acabasse, a maneira como dizias as coisas, como me beijavas com o passar do tempo, todo o carinho que senti, foi tão... Inesquecível! Confesso que não fazia ideia que se iria tornar tão marcante.
Mas foi, ainda hoje, agora, neste preciso momento, quando penso, dou por mim a dizer-me que daria tudo para que tudo se resumisse, a nós.
‎"Chega um dia em que, se não deixarmos tudo para trás, não seguimos em frente."

5.2.11

« Sinto saudades da paz que me trouxe, e das borboletas na barriga que a felicidade provocava. Quero que os meus olhos brilhem de novo como brilharam, e sorrir como nunca tinha sorrido antes. »

Precisarei de ti para o conseguir? Acho que já não me lembro da última vez em que os meus sentimentos estavam tão baralhados como estão agora. Sei que tenho de dar tempo ao tempo, mas o tempo parece não passar e eu quero muito chegar a uma conclusão e dar o próximo paço, seja ele qual for.

Digo & Repito.

Nota-se muito a quantidade de cumplicidade e afecto que temos uma pela outra?





















És a melhor amiga do mundo.

2.2.11

Just say it, please.

Depois de tudo isto, penso que poderia ter feito mais coisas, aproveitado mais e não ter perdido tanto tempo como perdi.

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"Things will be just fine"?
I HOPE SO!