27.1.11

três anos & três meses.

São três anos & três meses, melhor amiga.


« Conheci-te, e isso tornou-se, a coisa mais especial do mundo. Eu não te sei dizer porque estou a escrever isto, não te sei explicar porque o estou a fazer, com lágrimas a caírem-me pelo rosto, e sorrisos brilhantes lembrando-me de todos os momentos.
Conheço-te de trás para a frente, de frente para trás, sabes todos os meus segredos, todos os meus medos, todos os meus sonhos, pesadelos, esperanças, sentimentos (..) Eu amo-te, amo-te da mesma maneira que se ama um irmão... Um irmão de coração, que está sempre lá, mesmo longe, e mesmo perto! Eu, hoje, só te tenho a pedir mil Desculpas, e mil Obrigadas, por tudo e mais alguma coisa. Porque das coisas, que a vida me ensinou, é que só a amizade é capaz de ser eterna.
E mesmo eu não estando presente, em todos os momentos da tua vida, estou a pensar em ti, se estás bem ou mal. »
{ Texto não meu. }




E são estas as palavras que te tento transmitir sempre. Por mais distante, ausente, que eu possa estar, estás aqui, como sempre estives-te durante estes meses todos. Porque tu vales a pena. E eu quero que com o passar do tempo, esteja sempre a contar mais um mês que tudo começou. É uma das coisas que mais me orgulha de saber na minha vida, que permaneces sempre na minha vida. Que toda a gente vai e vem e tu permaneces com essa maneira de ser que nunca conheci igual. Fazes coisas por mim que nunca ninguém fez. E eu fiz coisas, senti coisas, que nunca tinha feito ou sentido. Toda a protecção que sinto que devo ter em relação a ti, faz-me ter às vezes tanto medo que por instantes esse passa despercebido porque não quero que dês conta. Mas existe. Sabes que não suporto que te façam infeliz, não suporto que te deitem abaixo. E eu estou aqui, para sarar todas as feridas, para ser o teu pilar. Vou fazer de tudo para continuares a sentir orgulho em mim, como hoje sentes. E eu prometo-te, não te vou largar.

27 de Outubro de 2007 * 27 de Janeiro de 2011.

26.1.11

Largo-te de uma forma... suave.

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« (...) Sabes que em cada conversa que tenho, daquelas conversas em que cada um expressa tudo o que foi aprendendo com a vida, eu falo com o coração nas mãos, e tu estás lá, em cada palavra, em cada brilho dos meus olhos, e eu juro que nesse momento tenho uma vontade tão grande de te agarrar e trazer para o meu colo. Eu, que me agarrei a ter-te para dar cada passo, eu que sempre achei que te ia amar, dou por mim vazia, vazia de tudo, vazia de vida. E olha que há muito não sorria como sorrio agora, mas sabes, é outro viver, é outra forma de sentir. Aprendo, como uma criança que dá os primeiros passos. Foste tu que te quiseste ir embora, foste tu que me deixaste para trás, eu sempre te quis amar, sempre te imaginei a meu lado, e hoje, hoje obrigo-me a imaginar-me com outra pessoa porque tu já não fazes sentido, nenhum, zero. Era ridículo, era parvoíce continuar a ter-te, porque eu já não te amo, e sabes a maior conquista que eu tive nestes dias? Há tanta coisa que era tua e que me tocava o coração, que agora já nada me é, já não magoa como um dedo a tocar na ferida, já não arde. Sabes que quando isso me aconteceu pela primeira vez eu senti falta, falta daquele dor no coração a mostrar-me que ainda estou viva, falta de ti, de todos os pedaços teus que eu fui juntando ao longo do tempo. Mas agora já não preciso mais de ti... E hei-de voltar a escrever-te, tantas vezes, mas estás livre, estás solto como um pássaro, voa, o teu coração devolvi-to. Não sei se um dia voltarei para te fazer feliz, não sei se um dia me voltarás a amar, sei que desta vez te largo, e largo-te de forma tão suave que todas as coisas boas permanecem no mesmo sítio, no teu sítio... »


“A árvore da vida.”


« Em todos nós, no mais profundo da alma, há uma subterrânea inquietação, o desejo daquilo que parece sempre escapar-nos, a dor por qualquer coisa que não sabemos bem o que seja. Até quando estamos apaixonados e somos correspondidos, no momento em que nos vamos embora ou o nosso amado parte, mesmo numa seperação breve, aquele sofrimento profundo reaparece. Por vezes reaparece até num momento de felicidade porque aquela felicidade se nos revela fugaz. Nós olhamos para o céu, um pequeno pedaço de céu azul, como que para concentrar nele toda a nossa felicidade e sentimos tristeza porque poderemos recordar aquele céu mas não podemos prolongar esse instante. Experimentamos este sofrimento à noite, sem motivo, de manhã ao acordar sem saber porquê. A nossa alma está construída para desejar algo absoluto e, portanto, inefável e inacessível. Quando estamos ocupados não nos apercebemos disso (…) mas toda a nossa vontade está orientada para a meta e é ela que se ilumina com aquilo que procuramos sempre… »

Francesco Alberoni

24.1.11

Recordação, agora presente na minha vida (de novo).

« É que ainda por cima acho que não consigo recordar outro dia senão aquele... Ou aqueles em que eu insisti que não podia gostar de ti. »

Pensei que a vida já me tivesse surpreendido o suficiente. Felizmente, ou infelizmente, ainda não tinha sido o suficiente. Já tinhas passado para um caixa de recordações há muito tempo e agora, agora cá estás tu outra vez. Juro que não estava à espera. Apesar de a confusão que se instalou na minha cabeça, sinto-me feliz por teres voltado e fazeres com que certas recordações que já tinha esquecido, voltassem a aparecer de novo. E essas foram talvez das mais marcantes e puras que tive. Memórias inocentes e sem maldade alguma. Sabes, descobri agora que talvez sempre fizeste parte de mim, eu é que nunca tinha sentido a tua verdadeira presença. Mas ainda bem que fui a tempo. Gosto de te ter comigo e fazer de ti uma recordação, agora presente na minha vida (de novo).

22.1.11

Acordo como novo(a), para uma nova vida.

« As contrariedades da vida, levam-nos por vezes, a sítios que julgávamos nunca visitar. Lugares escuros e sombrios, onde vivem os nossos medos e pesadelos.
Falta-nos força para seguir em frente, para lutar contra tudo. E por vezes é nesses mesmos sítios que encontramos a vontade e o querer, que nos fazem erguer a cabeça e dar graças por estarmos vivos, por termos dois braços e das pernas que nos fazem mexer, vontade de voltar a tentar, de voltar a crescer, enfrentar a vida e vê-la com outros olhos. O fim é só o início. O início de uma nova etapa, de uma nova vida.
Uma vida sem ti, que tanta falta me fazes. Uma vida sem tudo o que passamos e que me trás saudades. Um novo começo, fico eu esperando, com todo tempo do mundo, que me vai enterrando.
Às vezes nem sei do que sinto falta, não sei se quero ver-te outra vez, fica tudo confuso demais, e depois, depois adormeço mergulhado numa escuridão imensa, cheio de luz e de medo, o sol queima a minha pele branca, e ouço, ouço a tua voz, dentro de mim, a espuma branca do mar no meu cabelo, o sol que continua queimando e então, nada muda, nada vai ficando, e quando olho em redor, nada lá está, e a luz não me deixa sentir, nem o negro da noite, e então, então não sei que mais fazer e desespero, procurando apagar, tirar o sol da minha frente, que me queima, frio, que me falta, noite, e então, então acordo e não adormeço mais.
Na minha cama quente e só, acordo para não mais dormir, nem recordar, o sol que me queimava, e não queimou, o negro que me faltava e não faltou, a noite que procurava e que me achou, acordo novamente e de novo, como novo, para uma nova vida. »

By: Angel-of-Death
In: Saudades daquilo que nunca fui.

21.1.11

forever & ever.

Este momento era tão perfeito, tão correcto, que não havia dúvida disso. Os braços dele cercaram-me, segurando-me contra ele, éramos como inverno e verão. Parecia que todas as terminações nervosas do meu corpo eram fios eléctricos.
Para sempre - ele concordou, e então me puxou gentilmente mais para dentro da água.
In Breaking Dawn

20.1.11

Vais sem um único adeus.

« Nunca sabemos para onde vamos. Nunca sabemos até onde podemos chegar, nunca conhecemos os nossos passos, mesmo quando pensamos que escolhemos os melhores caminhos. Tu vens e vais como um pássaro, voas como quem anda,ficas como quem mora e, quando partes, nunca dizes a palavra adeus. Penso sempre que é a última vez, mas depois há uma força que te faz voltar, e a cada regresso trazes-me mais conforto, mais paz, mais sabedoria. O que te faz voar até mim é um mistério que o mundo não consegue resolver. Tens todos os sonhos por cumprir e, no entanto, nunca te vi com pressa para os alcançar. »

Margarida Rebelo Pinto

18.1.11

História de amor e de espera(nça)

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« É preciso aprender a aceitar e não pedir mais do que aquilo que nos podem dar. É preciso começar do zero, sempre que parece que se chegou a uma porta sem saída. Quando se ama alguém é preciso aprender a não cobrar. Aprender a dizer que chega, quando não chega. Usar o coração como fortaleza, assumir as consequências desse amor, e se for possível nunca desistir. Por isso, abre as mãos e o peito e deixa-o ficar lá dentro, não esperes que ele te ame da mesma forma que tu o amas, mas não o deixes de amar por isso. Volta à rua onde te apaixonaste por ele, e recolhe todos os sorrisos desfeitos, aproveita as noites em que choras, para conversar com o teu coração. Não és a única a achar que estás presa, o teu coração é que está preso. Está preso a um amor que lhe dá asas para a liberdade. Se o amas de verdade não desistas, não desistas de ti, principalmente de ti. Sei como é difícil, ou achas que não? O amor não é fácil, é preciso saber aguentá-lo no peito, é preciso deixar que ele amadureça, e saber colhe-lo na hora certa. »

Escrito por Vera Rodrigues.

12.1.11

Juntos ao luar de Nicholas Sparks.


































« Há tanta coisa que te quero dizer, mas não tenho a certeza de por onde começar. Deveria começar por dizer que te adoro? Ou que os dias que passei contigo foram os mais felizes da minha vida? Ou que o pouco tempo que passámos juntos foi suficiente para me convencer de que o nosso lugar é ao lado um do outro? Podia dizer-te tudo isto, e tudo seria verdade, contudo, ao reler o que escrevi, não consigo pensar em mais nada para além de que adorava poder estar contigo neste momento de mãos dadas, a ver o teu sorriso esquivo. De futuro, sei que irei relembrar constantemente o tempo que passámos na companhia um do outro. Vou ouvir o teu riso, e ver o teu rosto, e sentir o teu abraço. Vou sentir a falta de tudo isso, mais do que possas imaginar.
Todos os dias, penso em ti, e sei que, quando nos virmos amanhã, despedir-me de ti vai ser a coisa que até hoje mais me custou na vida. Por um lado, sinto receio de que chegue o dia em que tu já não sintas o mesmo por mim, que de alguma forma te esqueças dos momentos que partilhámos, por isso é isto que pretendo fazer. Onde quer que estejas e independentemente do rumo que a tua vida levar, sempre que a primeira noite de lua cheia chegar – como naquele dia – quero que a procures no céu nocturno. Quero que penses em mim e nos momentos que passámos juntos, porque, onde quer que eu esteja e independentemente do rumo que a minha vida levar, é precisamente isso que eu vou fazer. Já que não podemos estar juntos, pelo menos isso podemos partilhar, e talvez, entre ambos, consigamos fazer que a nossa relação dure para sempre. »

« Faltas-me tu, e é o suficiente. »

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« (...) Como eu não me esqueço das promessas, acho que tens algumas a cumprir. Quero esperar-te. Não quero agarrar-me novamente a ti com a força e dedicação de corpo e alma como já me agarrei. Agora quero apenas que estejas, aqui. Que sorrias com esse sorriso enorme e malandro e com essa simplicidade contagiante. Preciso de ti a debruçares-te sobre os meus problemas, a ouvires-me durante tempos e tempos. Preciso das tuas soluções que te dão práticas serem ajudam-me tanto. Preciso dos nossos dias anteriores, da nossa paz interior e da nossa cumplicidade gigante. Volta de novo, completo por favor. É que eu sinto tanto, tanto a tua falta. Falta-me tudo. Falta-me isto, aquilo e o outro.
Faltas-me tu, e é o suficiente. »

10.1.11

Sensação de...

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« Alguma vez tiveram aquela sensação que houve algo que deixaram ficar pelo caminho, alguém que deixaram para trás, por ser difícil demais ou complicado demais ou estranho demais? Ou aquela sensação horrível de que poderiam ter feito mais, de que poderiam ter agido melhor, de que poderiam ter dito algo? »

Fotolog.

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8.1.11

Egocentrismo.

Perg: QUANDO É QUE CERTAS PESSOAS DEIXAM SÓ DE PENSAR NELAS PRÓPRIAS?

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7.1.11

Deixar flutuar.

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É estranho como a vida muda. Chega a ser engraçado até. Momentos, pessoas, sítios, situações que eram nossas, que vão mudando consoante crescemos e nos tornamos mais maduros. É uma das coisas que não podemos nunca evitar. Porque quando damos por nós, as coisas já mudaram... Simplesmente não damos conta porque não depende só de nós. Depende sempre de mais alguém, de algo. Tem sempre uma explicação e quando não parece ter, é giro de certa forma dizer que é o destino que já estava traçado. Será que é sempre o pior para nós? Na minha maneira de pensar, não. Faz parte e eu não vou estar a desgastar-me por dentro e a pedir para o tempo voltar. Sei que coisas mudam, para sempre, tal e qual como outras vêm e permanecem por muito tempo, num para sempre indeterminado. A simplicidade das coisas existe quando deixamos flutuá-las e não as prendemos.
Eu nunca mais te vou prender, nunca mais te vou pedir para voltares. Cansei-me numa forma simpática da palavra. Agora tudo depende do vento, depende se está virado ou não para mim, e assim voltarás e irás sempre que quiseres. Mas não te vou prender, como também nunca te largarei por completo.

6.1.11

Sentimentos verdadeiros, não aparecem em vão.

« Não há dia que eu não me mentalize que já não fazes parte da minha esfera pessoal, mas também não há repouso que não me sussurre ao ouvido que eu faria (quase) tudo por ti. »

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Nunca fui boa a tentar enganar o meu coração e a fingir o que verdadeiramente sinto.

4.1.11

COME BACK, my dear love.

«Não vou aguentar mais, por isso olho à minha volta: muda e desesperada, e o que sobra? Sobram as memórias de um tempo sem tempo, de um espaço onde o sol e as estrelas coexistiram numa harmonia perfeita. Sobra também o adeus não dito, a esperança de um amanhã sonhado.
Sobro eu, envolvida nas promessas não cumpridas. Sobro eu, com os meus textos e a minha nostalgia.
Se ao menos soubesses o quanto te amo.
Se ao menos soubesses o quanto preciso de descansar do mundo e aterrar em ti.»

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No meio de tudo o que partiu, sobro sempre eu a pensar sempre a mesma coisa, no mesmo sítio, pelas mesmas razões. A pensar em ti, no meu canto secreto, com a esperança que sintas saudades e voltes para onde nunca devias de ter saído. Da minha beira. "Volta" é a palavra que mais penso quando as lágrimas começam a escorrer pelo meu rosto, essas lágrimas sabem tão a ti, que dá-me vontade de fugir e só parar quando te tiver nos braços novamente. Porque a saudades dói tanto e nos destrói por dentro? Porque parece sempre que somos nós os únicos a sentir saudades no meio deste final inesperado? Eu quero-te aqui, comigo. Quero que sintas saudades também e que chores com saudades minhas tal como eu choro cada vez que me vejo sozinha. Quero que reconheças que sou tudo para ti, como tu és para mim. Consegues?! Eu sei que sim meu amor, eu sei que quando olhas para mim, ainda queres dizer com esse brilho nos olhos, que me queres tanto como eu te quero. Eu sinto que cada vez que o nosso olhar se entrelaça um no outro, sei que se apaixonam como se apaixonaram na primeira vez naquele dia, que hoje penso ser o mais especial. Para quê tantos rodeios se nos amamos mutuamente? Para quê não nos deixarmos de rodeios e sermos felizes? Juntos? Eu prometo que não faço perguntas, que apenas te abraço e beijo como antes ou ainda com mais intensidade. Prometo que não vai palavras bruscas da minha parte e tu, promete a mesma coisa. Mas volta, não consigo viver sem te ter aqui, comigo!
( Texto imaginado )

3.1.11

Frustração.

« Irás embora? Quem sabe, eu já me sinto tão sozinha no meio de tantas pessoas que nada me surpreenderá. »

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É fantástico a esperança que sempre temos em tentar mudar aquilo que não podemos. Tento sempre dar tudo de mim a coisas que definitivamente não valem a pena e no final, nada resta. Tantas e tantas vezes que bati com a cabeça, para quê continuar? É impressionante como um ser humano para umas coisas são tão espertos e para outras... Isso não acontece. Sabem quando gostamos das pessoas por algo que elas já perderam? Aquele dom que sempre as fizeram diferentes, aquela mesma características que lhe era tão típica, e mesmo não a tendo agora, continuamos com a esperança que apareça novamente, ou então ainda atiramos a culpa para cima de nós, porque nós já não merecemos. Chega! E como é que uma pessoa se sente melhor que as outras todas só porque a técnica do engate serviu para mais umas quantas? Que ideia tão patética. És ridículo e ainda fazes de ti, ainda mais ridículo, ao acreditares nisso. Mas o que odeio mais em mim, ao fim deste remoinho de sentimentos e sensações desagradáveis, é que continuo aqui, há tua espera, à espera da pessoa que eras antes, que desapareceu de um dia para o outro. Acordo e adormeço com essa esperança, ao qual não morre e isso deixa-me frustrada.
De quem será o problema? Teu ou meu? Talvez saiba a resposta só não quero interioriza-la, nossa. Culpa tua por seres assim, com essa forma de gostar do mais estúpida que pode haver à face da terra e eu, este calhau, não tendo outro nome, que continuo a amar-te como antes ou ainda mais e continuo com esperanças de acordar um dia e estares, como um dia normal, a mexer-me no cabelo e a dizer que me amas. É triste, é frustrante, mas é a realidade. Ponto.

( A imaginação tem destas coisas. )

2.1.11

Desabafo.

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Só peço uma única coisa: Metam-se no meu lugar, pessoas que não me compreendem, e vejam o quanto isto é difícil. Definitivamente, estou farta que mandem no que tenho ou não de fazer. Chega!
Eu bem tento, "pensem como se fosse a vossa vida que ficasse completamente podre", mas não. Nunca fazem o que eu quero. Têm sempre que ganhar e eu revolto-me, mesmo.
Quando sou eu, ajudo uma pessoa e penso sempre no seu bem estar, mas parece que isso nunca acontece comigo. Têm sempre de opinar coisas erradas, que nunca me fazem sentir melhor.

1.1.11

importância...

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Adoro o simples facto, de haver pessoas que com a companhia delas, posso ser eu mesma. Sem tirar nem por nada na minha personalidade. Obrigada!